PORTO VELHO, RO - A um dia do primeiro turno das eleições, marcado para este domingo, 4 de outubro, Rondônia tem uma decisão que merece ser examinada para além dos últimos movimentos de campanha. Samuel Costa, do PSB; Hildon Chaves, do União Brasil; Marcos Rogério, do PL; Expedito Netto, do PT; Pedro Abib, do MDB; e Adaílton Fúria, do PSD, construíram suas apresentações públicas por caminhos diferentes. Desde a pré-campanha, porém, houve uma oportunidade comum: explicar suas posições, responder a perguntas e apresentar razões pelas quais pretendiam governar o Estado. Ao criar o RD Entrevista, o Rondônia Dinâmica, em parceria com o Informa Rondônia, abriu esse espaço aos seis postulantes ao Executivo estadual e também aos postulantes ao Senado Federal. Todos os programas foram conduzidos pelo jornalista Vinicius Canova.
Essa iniciativa tem importância democrática porque oferece ao eleitor algo indispensável à escolha: a possibilidade de conhecer alternativas antes de decidir. Uma candidatura precisa ser compreendida em suas propostas, em sua trajetória e na maneira como responde a questionamentos. A entrevista permite observar esses elementos em conjunto. O candidato apresenta suas credenciais, mas também precisa explicar mudanças de posição, prioridades administrativas e concepções de governo. O público, por sua vez, ganha condições de confrontar o discurso com aquilo que considera necessário para Rondônia.
O valor desse trabalho está na pluralidade de vozes submetidas ao escrutínio jornalístico. Ao receber representantes do PSB, União Brasil, PL, PT, MDB e PSD, o programa registrou diferenças que pertencem à disputa e que precisam estar disponíveis à sociedade. Dar espaço às candidaturas amplia a responsabilidade de quem fala e a capacidade de avaliação de quem escuta. A liberdade de escolha se torna mais substantiva quando o eleitor dispõe de informações para reconhecer tanto as convergências quanto as divergências entre os projetos.
A sequência começou em 15 de abril, com Samuel Costa, do PSB, no programa piloto. Entre discussões sobre identidade política, segurança pública e administração, um dos pontos mais consistentes de sua participação foi a defesa de que a boa intenção precisa estar acompanhada de conhecimento técnico. Samuel questionou a simplificação das respostas aos problemas estaduais e chamou atenção para a diferença entre possuir uma estrutura hospitalar e reunir os profissionais necessários para fazê-la funcionar. A observação deslocou a discussão da aparência da obra para a capacidade de prestar atendimento.
“A gente quer discutir quais são os problemas do nosso Estado”, afirmou. A frase sintetizou a tentativa de concentrar a disputa nas necessidades locais, embora o entrevistado mantivesse explícita sua identidade progressista. Também houve um aspecto relevante em sua disposição de reconhecer iniciativas de uma administração que criticava: Samuel atribuiu valor social ao Prato Fácil, do governo Marcos Rocha, do PSD. Esse reconhecimento mostrou que a oposição pode examinar ações específicas sem negar previamente tudo o que foi realizado pelo adversário. O espaço jornalístico permitiu registrar tanto suas críticas quanto essa capacidade de distinguir políticas públicas de alinhamentos partidários.
Em 22 de abril, Hildon Chaves, do União Brasil, apresentou a experiência de oito anos à frente da Prefeitura de Porto Velho como principal fundamento de sua pretensão estadual. A entrevista reuniu resultados que ele atribuiu à administração municipal, entre os quais 820 quilômetros de asfalto, a climatização das escolas e a chegada da capital à quinta posição entre as capitais brasileiras na educação. O sentido político dessa exposição era claro: demonstrar que uma trajetória de gestão poderia servir de referência para responsabilidades mais amplas.
A contribuição mais relevante de Hildon, entretanto, não se limitou à enumeração de entregas. Ao tratar da saúde, defendeu um diagnóstico da rede estadual para identificar onde havia necessidade de ampliar serviços e como organizar o atendimento. Apresentou o prazo de até três anos para um novo hospital e discutiu a modelagem de contratação da estrutura. “A gestão é fundamental para o sucesso de qualquer empreendimento”, declarou. A entrevista tornou possível compreender sua candidatura a partir de um argumento verificável: a experiência reivindicada precisaria se traduzir em planejamento, organização da rede e execução.
Marcos Rogério, do PL, participou em 27 de abril. Sua vinculação ao campo conservador e à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro ocupou parte da conversa, mas a discussão avançou para uma questão diretamente relacionada à vida do paciente: a concentração do atendimento em Porto Velho. O senador sustentou que hospitais do interior deveriam funcionar como retaguarda da rede estadual, mediante apoio e cooperação com os municípios. Assim, apresentou a regionalização como parte da solução, associada à construção de uma nova unidade na capital.
“Eu entendo que é possível fazer um novo hospital urgência e emergência de Porto Velho já no primeiro ano de mandato”, afirmou. A declaração veio acompanhada de uma discussão sobre método construtivo e da ressalva de que o hospital, isoladamente, não resolveria o problema da saúde. Esse foi um dos trechos mais úteis de sua participação: a proposta de uma obra apareceu dentro de uma reorganização assistencial. Marcos também reconheceu erros próprios na eleição de 2022, especialmente na abordagem política e na formação de alianças. Ao admitir essas falhas, apresentou o diálogo com lideranças como aprendizado necessário à construção de um governo.
A quarta edição, em 4 de maio, recebeu Expedito Netto, do PT. O entrevistado concentrou sua argumentação na relação com o governo federal, na defesa dos trabalhadores e na possibilidade de transformar articulação política em investimentos para Rondônia. Sua participação procurou explicar por que considerava a cooperação com Brasília uma vantagem administrativa. Também foi questionado sobre a mudança entre sua atuação como deputado no impeachment de Dilma Rousseff e sua posição posterior de defensor do governo Lula.
“Pense que talvez a cooperação entre governo federal e governo estadual possa beneficiar muito a população”, declarou. A formulação preservava o caráter de possibilidade da proposta e apontava o centro de seu argumento: a aproximação institucional deveria produzir benefícios concretos. Outro momento relevante foi a defesa do respeito à divergência entre eleitores, com a rejeição ao rompimento de amizades por preferências políticas. Para uma candidatura que fazia da ligação com Lula uma marca explícita, esse posicionamento acrescentou uma obrigação pública: defender seu projeto sem retirar legitimidade de quem escolhesse outro caminho.
Em 18 de maio, Pedro Abib, do MDB, apresentou uma candidatura estruturada em torno de ciência, tecnologia, inovação e transformação econômica. Seu argumento mais substantivo foi a necessidade de processar a produção dentro de Rondônia, agregando valor àquilo que o Estado vende. Ao discutir soja, leite e madeira, vinculou industrialização, conhecimento e oportunidades de trabalho. A proposta procurava responder a uma questão central de desenvolvimento: como fazer a atividade produtiva gerar mais benefícios no próprio território.
A entrevista também levou Abib a se posicionar sobre a liberdade de imprensa, diante de perguntas sobre uma notificação extrajudicial relacionada a uma publicação anterior sobre sua possível candidatura. O entrevistado distinguiu a atuação das instituições envolvidas e afirmou sua disposição de receber questionamentos e críticas. “Eu valorizo, porque sem imprensa livre não tem transparência, não tem como a gente saber a verdade”, declarou. A frase estabeleceu um compromisso que ultrapassa a campanha. Quem pretende governar precisa aceitar que a fiscalização jornalística continuará existindo depois da eleição, inclusive quando trouxer desconforto ao ocupante do poder.
Adaílton Fúria, do PSD, encerrou essa sequência em 25 de maio. Sua apresentação combinou trajetória pessoal e experiência administrativa em Cacoal. Na saúde, descreveu um conjunto de serviços que atribuiu à sua gestão, envolvendo hemodiálise, maternidade, pronto-socorro infantil e hospital municipal. Também destacou o transporte público com tarifa zero e ações de apoio ao produtor rural. A força de seu argumento estava na tentativa de demonstrar que a experiência municipal havia produzido serviços e poderia orientar uma administração estadual.
Ao definir suas prioridades, Fúria apontou saúde, infraestrutura e segurança pública, associando-as à contratação de pessoal e ao direcionamento do orçamento. Outro trecho relevante apareceu quando discutiu sua relação com diferentes governos federais. “Acontece que eu sou um gestor e eu tenho que nesse meio não entrar em conflitos porque quem paga a conta é a população”, afirmou. A declaração apresentou uma concepção de responsabilidade institucional: a preferência política do administrador deveria conviver com a necessidade de buscar recursos e entregar resultados. Esse compromisso também permanece disponível à cobrança pública.
A cronologia do RD Entrevista oferece, portanto, mais do que uma sucessão de apresentações. Samuel enfatizou capacidade técnica e direitos sociais; Hildon, experiência de gestão; Marcos, reorganização assistencial; Expedito, cooperação federativa; Abib, transformação produtiva; Fúria, execução de serviços. São ênfases distintas, com pontos de encontro. O papel democrático do Rondônia Dinâmica foi permitir que essas diferenças fossem expostas e questionadas desde a pré-campanha, deixando ao eleitor a tarefa de avaliar sua consistência.
Os planos de governo acrescentam outra dimensão à comparação. Neles, a intenção precisa ganhar forma administrativa: ações, prioridades, metas, mecanismos de execução e financiamento. A leitura conjunta revela uma preocupação recorrente com saúde, educação, segurança e infraestrutura, mas também mostra diferenças sobre como enfrentar esses desafios. É nessas diferenças que a escolha pode ganhar precisão.
O plano de Samuel Costa prevê um novo Hospital João Paulo II em quatro anos, com reaproveitamento e adaptação de uma estrutura federal localizada na BR-364. O cronograma separa transferência patrimonial e planejamento, obras e equipamentos, conclusão da infraestrutura e entrada em funcionamento. Na educação, propõe 100 escolas estaduais de tempo integral, climatizadas e bilíngues, além de uma Universidade Estadual de Rondônia com pelo menos 80% das vagas destinadas a estudantes oriundos da rede pública local. Na segurança, prevê concursos e início da convocação de 2.000 profissionais até o fim do segundo ano. O eixo que conecta essas propostas é a ampliação da capacidade pública, acompanhada de valorização dos servidores, atenção à saúde mental e presença nos distritos e comunidades ribeirinhas.
Hildon Chaves organiza sua proposta de saúde em torno de uma nova unidade de alta complexidade na capital, novos hospitais em Ji-Paraná e Ariquemes e ampliação da rede existente. A regionalização aparece associada à telemedicina, à descentralização de exames e à cooperação com os municípios. Na educação, a Faculdade do Governo pretende levar aos 52 municípios uma iniciativa inspirada na Faculdade da Prefeitura, de Porto Velho. O documento também prevê ampliação da formação profissional e tecnológica e concurso para equipes especializadas de apoio aos estudantes. O ponto de articulação do projeto é a passagem de experiências municipais para uma rede estadual, cuja execução exigiria coordenação entre estruturas, profissionais e serviços.
Marcos Rogério apresenta um plano que relaciona reorganização administrativa, regionalização da saúde e expansão da infraestrutura. Na saúde, prevê um gabinete de crise para empreender esforços, em 180 dias, contra o passivo de exames, consultas especializadas e cirurgias eletivas. Propõe modernizar a regulação, integrar os municípios e estabelecer uma política permanente de cirurgias para evitar a recomposição das filas. Na infraestrutura, o Rotas do Desenvolvimento estabelece a meta de elevar a proporção de rodovias estaduais asfaltadas para 45% até 2030. O documento prevê ainda auditoria dos contratos de terceirização e corte imediato de 40% em diárias e passagens nos primeiros 100 dias. A proposta combina revisão dos gastos com metas de atendimento e investimento que poderiam ser acompanhadas publicamente.
Expedito Netto apresenta compromissos numerados e vincula seu método de governo ao diagnóstico do controle externo, à indicação das fontes de financiamento e à retomada de obras paralisadas. Na economia, o programa Fábrica Perto da Porteira propõe transformação local e incentivos associados a emprego e resultados verificáveis. Na saúde, o Pacto Mãe-Bebê prevê pré-natal completo, busca ativa de gestantes e acompanhamento público das metas, ao lado da regionalização da UTI neonatal e da reorganização da regulação. Na educação, estabelece a meta de alcançar 20% de cobertura do ensino médio estadual em tempo integral até 2030 e fortalecer a formação técnica ligada às cadeias produtivas. A contribuição do plano está na tentativa de conectar captação, execução e prestação de contas, exigindo que cada compromisso seja examinado também pelo dinheiro necessário para realizá-lo.
Pedro Abib mantém no plano a transformação da matriz econômica como orientação central. Propõe agroindustrialização, fortalecimento da assistência técnica, integração logística, armazenagem e formação profissional. Para coordenar essa agenda, prevê uma estrutura de projetos vinculada ao gabinete do governador, com metas, acompanhamento público e exigência de demonstrar tanto o custo de implantação quanto o de funcionamento das iniciativas. Na educação, busca aproximar os indicadores do ensino médio da média nacional, com recomposição das aprendizagens e formação docente. Na saúde, propõe descentralização, consórcios intermunicipais, prontuário eletrônico integrado e telemedicina, além da meta de reduzir a mortalidade infantil para 10,5 óbitos por mil nascidos vivos até 2030. O projeto articula desenvolvimento econômico e melhoria dos serviços como partes de uma mesma transformação.
O plano de Adaílton Fúria dedica atenção à transparência e à execução da regulação da saúde. Prevê acesso individual à posição na fila, ao tempo médio de espera e ao prestador responsável, com priorização clínica e proteção dos dados pessoais. Estabelece a meta de identificar todos os registros da base de regulação em até 180 dias e propõe conferir o atendimento efetivamente realizado antes do pagamento aos prestadores. Para a urgência, prevê comparar alternativas de conclusão de obra, adequação, locação ou aquisição de estrutura, considerando prazo e sustentabilidade do custeio. Também apresenta o Hospital dos Acidentados e um conjunto de providências para os primeiros 100 dias, incluindo mutirões, estudos hospitalares e planejamento de recomposição dos efetivos de segurança. O compromisso central é transformar organização e controle em atendimento entregue.
A comparação permite uma cobrança comum aos seis: estruturas precisam de equipes, contratos precisam produzir serviços e metas precisam ser acompanhadas. Um hospital exige condições de funcionamento; uma escola de tempo integral depende de infraestrutura e profissionais; a expansão do policiamento necessita de financiamento continuado. Os próprios projetos oferecem elementos para esse exame. A responsabilidade do eleitor, na véspera da votação, inclui reconhecer a proposta que mais o representa e avaliar como ela pretende sair do anúncio para a execução.
Os debates acrescentaram a esses registros o teste da resposta diante do contraditório. No encontro da SIC TV, afiliada da Record, relatado na cobertura publicada em 22 de setembro, houve propostas, comparação de experiências e confrontos que avançaram para acusações pessoais. Entre os conteúdos administrativos, Marcos Rogério defendeu um hospital de urgência na capital e outro de traumas na região central; Samuel Costa também abordou saúde e traumatologia; Expedito Netto tratou de agricultura familiar, industrialização e serviços públicos. Hildon reforçou sua experiência administrativa, enquanto Abib questionou a solução adotada para o Hospital Municipal de Cacoal e Fúria sustentou que a unidade colocada em funcionamento atendia a população.
Esse último confronto expôs uma diferença relevante de avaliação: Abib cobrou a modalidade de contratação e a escolha da estrutura; Fúria defendeu a resposta assistencial diante de uma obra anterior inacabada. O eleitor pôde observar dois critérios que precisam coexistir na administração: a qualidade da decisão sobre o dinheiro público e a urgência do serviço. Já a escalada das acusações pessoais, acompanhada de direitos de resposta, ocupou espaço que poderia ter sido dedicado ao detalhamento das soluções. O conteúdo mais útil daquele encontro permanece nas propostas e nas explicações administrativas apresentadas.
Em 29 de setembro, a Rede Amazônica, por meio da TV Rondônia, afiliada da Globo, reuniu os seis candidatos sob mediação de Júlio Mosquéra. Hildon voltou aos resultados que atribuiu à gestão da capital e à proposta de ampliar oportunidades educacionais. Expedito defendeu a interiorização da saúde e a participação federal nos investimentos. Abib apresentou industrialização, inteligência e integração das forças de segurança, situando a abertura de concurso em 2028 após reorganização das contas em 2027. Marcos Rogério defendeu a revisão de despesas e contratos para abrir espaço fiscal destinado aos serviços.
Samuel Costa sustentou o fortalecimento da Caerd e a execução pública das políticas de saneamento. Fúria apresentou trechos rodoviários e defendeu investimento em maquinário, usinas de asfalto e reestruturação do DER. Houve divergência concreta entre ele e Marcos Rogério sobre a utilização de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão: Fúria propôs reservar R$ 400 milhões para equipamentos e estrutura, enquanto Marcos defendeu manter o financiamento nas obras e buscar outra fonte para o maquinário. O encontro também mostrou a importância de responder ao tema formulado, como no confronto em que Expedito cobrou de Fúria uma resposta específica sobre preservação ambiental. São situações que permitem avaliar prioridades e capacidade de sustentar uma proposta sob questionamento.
O debate do SGC, afiliado da RedeTV!, realizado em 1º de outubro e mediado por Fernando Pereira, ocorreu com a ausência de Hildon Chaves. Entre os cinco participantes, Abib voltou à fiscalização da aplicação de recursos públicos, enquanto Fúria apresentou sua explicação sobre o projeto questionado e enumerou prioridades rodoviárias. Samuel trouxe saúde mental, neurodivergência e ampliação dos CAPS para o confronto com Expedito, que concordou com a necessidade de ampliar o atendimento e discutiu os efeitos das apostas sobre as famílias. Marcos Rogério retomou a descentralização da saúde e o uso das estruturas municipais como retaguarda estadual.
Ao final desse percurso, não cabe substituir a escolha do eleitor por uma classificação baseada na frase mais contundente ou no confronto mais ruidoso. As entrevistas registraram concepções, os planos detalharam compromissos e os debates expuseram respostas, divergências e dificuldades. Cada etapa oferece uma informação diferente. O exame responsável reúne essas informações e aplica às seis candidaturas a mesma pergunta: qual projeto apresenta a combinação mais convincente de prioridades, capacidade de execução e disposição para prestar contas?
Neste domingo, a sociedade rondoniense exercerá uma escolha que integra a vida democrática brasileira e incide diretamente sobre o futuro do Estado. Saúde, escola, segurança, estradas, produção e oportunidades estiveram presentes nas falas dos seis candidatos porque dizem respeito à população que será governada. O voto tem importância justamente por atribuir a essa população o poder de decidir entre caminhos distintos.
O trabalho iniciado pelo Rondônia Dinâmica com o RD Entrevista contribuiu para que essa decisão pudesse ser tomada com acesso às vozes dos postulantes desde a pré-campanha. Agora, a palavra pertence ao eleitor. Depois da eleição, os compromissos continuarão pertencendo à sociedade. A democracia se fortalece quando a escolha é informada, a divergência é respeitada e o poder conferido pelo voto permanece submetido à cobrança pública.


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