A repercussão de um suposto processo judicial envolvendo o ator Stênio Garcia e suas filhas ganhou destaque nesta terça-feira (17). Diante da circulação de informações, o artista decidiu esclarecer que não move ação diretamente contra as herdeiras e classificou o caso como um mal-entendido.
Em entrevista ao portal LeoDias, Stênio afirmou que não há intenção de confronto com Cássia e Gaya Piovesan. “Minhas filhas não têm nada a ver com isso. Eu vou processar minhas filhas? Poxa, eu não sou contra as minhas filhas. Eu não vou brigar contra elas”, declarou.
O ator explicou que só tomou conhecimento do possível envolvimento das filhas após a repercussão do caso na mídia. Inicialmente, segundo ele, a disputa estaria relacionada à ex-esposa, Clarice, mãe das jovens.
Apesar de negar um conflito direto, Stênio reconheceu o distanciamento na relação familiar. “Elas não me ligam. Mas eu não brigo com elas, não. Eu falo, sim. Se eu tiver que falar com elas, eu vou falar. Eu não vou negar as minhas filhas”, disse.
A atual companheira do ator, Mari Saade, também comentou a situação. Ela afirmou que imóveis teriam sido transferidos às filhas com cláusula de usufruto, garantindo ao artista o recebimento de aluguéis, o que, segundo ela, não estaria ocorrendo. “Tudo que eu sei é que em 2023, o advogado, a pedido do Stênio, tentou falar com a mãe delas, que estava pagando o aluguel só pra ela. Ele não tá tendo direito a nada e quem tá pagando o plano de saúde sou eu. Isso é a única coisa que eu sei”, afirmou.
De acordo com a revista Quem, a ação judicial teria sido protocolada em outubro de 2025. O processo envolve um imóvel em Ipanema, no Rio de Janeiro, e inclui pedido de reconhecimento de usufruto vitalício, além de possível indenização por perdas e danos.
Stênio também relatou mudanças em sua situação financeira após o encerramento do vínculo com a TV Globo, passando a depender da aposentadoria. Ele afirmou ainda que não recebe apoio financeiro das filhas.
Por fim, o ator destacou que prefere tratar o assunto de forma reservada, classificando o caso como uma questão familiar que deve ser resolvida de maneira privada.



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