Detalhes sobre o acordo pré-nupcial firmado por Ivete Sangalo e Daniel Cady voltaram a repercutir após o fim do casamento do casal. As informações indicam que o documento estabelecia previamente como seria a divisão patrimonial em caso de separação.
De acordo com o portal LeoDias, pessoas próximas afirmam que, antes da oficialização da união, familiares da cantora já haviam sugerido que fossem definidos limites claros sobre o patrimônio. Entre os envolvidos na conversa estava Jesus Sangalo, irmão de Ivete e responsável por parte da gestão da carreira da artista naquele período.
Segundo relatos, a proposta incluía que Daniel abrisse mão de qualquer direito sobre os bens da cantora. Na época, o casal já era pai de Marcelo, primogênito dos dois, e se preparava para formalizar o casamento.
Fontes próximas indicam que o nutricionista aceitou as condições sem questionamentos e assinou o acordo pré-nupcial.
Durante os 17 anos de relacionamento, Daniel Cady desenvolveu sua própria trajetória profissional. Ele atuou em consultório e criou projetos voltados à área de nutrição e qualidade de vida. Entre as iniciativas está o programa “Missão Possível”, dedicado à mudança de hábitos e emagrecimento, que chegou a reunir centenas de alunos em turmas online.
Nos últimos anos, ele também passou a investir na produção de conteúdo digital. Daniel mantém um canal no YouTube, onde publica receitas e orientações sobre alimentação, além de participar do podcast “PodCad”, com entrevistas e discussões sobre saúde e estilo de vida.
Ainda conforme as informações divulgadas, o nutricionista adquiriu bens com recursos próprios ao longo do casamento. Um exemplo é um apartamento na Barra, em Salvador, onde ele vive atualmente após a separação.
Mesmo com o acordo pré-nupcial estabelecido anteriormente, Ivete teria demonstrado disposição para ajudá-lo financeiramente neste momento. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a cantora chegou a sugerir que Daniel escolhesse um imóvel maior para morar e receber os filhos.
“Ivete chegou a dizer para ele escolher um imóvel onde quisesse, com espaço amplo — inclusive com quatro quartos ou mais, se fosse necessário”, afirmou uma fonte.
Daniel, no entanto, teria preferido não aceitar a proposta, optando por permanecer apenas com os bens que adquiriu com o próprio trabalho.



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