O senador Confúcio Moura (MDB-RO) usou o Plenário nesta terça-feira (6) para cumprimentar os candidatos eleitos e desejar sucesso aos novos representantes de Rondônia. Entre eles, destacou o governador eleito Marcos Rogério, os senadores Bruno Scheid e Fernando Máximo e o deputado federal Lúcio Mosquini, terceiro deputado mais votado do país proporcionalmente. Confúcio também saudou Pedro Abib, candidato do MDB ao governo de Rondônia, e lamentou as derrotas de nomes que, segundo ele, são importantes defensores da educação.
Ao analisar o crescimento do Partido Liberal no Congresso Nacional, Confúcio fez um resgate histórico da legenda e defendeu que sua atuação não seja concentrada em uma única pauta. Para o senador, o novo cenário político exige liberdade, modernização institucional, valorização do mérito e ampliação de oportunidades.
“Essa questão de guerrear, essa questão do conflito, da provocação, da luta de boxe, do golpe baixo, aí não. Isso não cabe à nova política brasileira”, disse.
Confúcio também alertou para os desafios do país e defendeu uma política baseada em resultados concretos, sem radicalização ou conflitos permanentes. “O Brasil é tão complexo, tão difícil para governar”, afirmou. Para ele, a prioridade dos governos deve ser resolver os problemas de forma gradual e consistente.
Na avaliação do senador, educação, pesquisa científica e tecnologia precisam estar no centro das prioridades nacionais, independentemente da orientação ideológica dos governos. Ele criticou qualquer postura contrária aos pesquisadores e professores brasileiros e destacou a necessidade de enfrentar os problemas da educação, principalmente no ensino fundamental.
“Não pode nenhum governo de direita, conservador ou esquerda, no mundo da tecnologia, do avanço, da inteligência artificial, de tudo isso, ser contra a pesquisa científica, contra o pesquisador brasileiro, contra o professor”, afirmou.
Ao concluir, Confúcio reforçou a defesa de uma política baseada no equilíbrio, no planejamento e na solução gradual dos problemas nacionais. “O certo, o básico, bem-feito, uma coisa de cada vez”, resumiu o senador, ao defender que o futuro Congresso Nacional concentre esforços em medidas capazes de produzir resultados duradouros para o Brasil.


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