A Escola em Tempo Integral Professor Valdir Monfredinho realizou uma importante ação de conscientização dentro da campanha Maio Laranja, voltada ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
As atividades começaram no dia 4 de maio de 2026 e envolveram alunos do 6º ao 9º ano e do ensino médio. A campanha foi desenvolvida em parceria com o Serviço de Orientação Educacional e professores da unidade escolar.
Durante o período da ação, os estudantes participaram de momentos de orientação e reflexão sobre a importância da proteção de crianças e adolescentes, o respeito ao corpo, os limites nas relações e a necessidade de denunciar qualquer situação de violência ou suspeita.
O encerramento da campanha aconteceu no dia 18 de maio de 2026, data nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Para marcar o momento, alunos e professores realizaram uma caminhada de conscientização, saindo da escola até as proximidades do Supermercado Cristal, em um percurso de aproximadamente 550 metros.
A iniciativa buscou chamar a atenção da comunidade para um tema delicado, mas necessário. Falar sobre prevenção dentro da escola ajuda crianças e adolescentes a reconhecerem situações de risco e também fortalece a rede de proteção.
Pais, responsáveis e educadores devem ficar atentos a mudanças de comportamento, isolamento, medo excessivo, queda no rendimento escolar, tristeza constante, agressividade repentina, dificuldade para dormir ou resistência em ficar perto de determinadas pessoas. Esses sinais não confirmam, sozinhos, que houve violência, mas indicam que a criança ou adolescente precisa ser acolhido e ouvido com atenção.
Em casos de suspeita ou confirmação de abuso ou exploração sexual, a denúncia deve ser feita imediatamente. A população pode acionar o Conselho Tutelar, a Polícia Militar pelo 190, a Polícia Civil pelo 197 ou o Disque 100, canal nacional de direitos humanos que recebe denúncias de forma gratuita e anônima.
A campanha reforça que proteger crianças e adolescentes é responsabilidade de todos. O silêncio pode manter a violência escondida, enquanto a denúncia pode interromper o ciclo de abuso e salvar vidas.



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