Por muito tempo, se dizia que Porto Velho não tinha capacidade de produção agropecuária. Essa equação começou a mudar durante os dois mandatos do ex-prefeito Hildon Chaves à frente da administração da capital. “Com muito trabalho e dedicação dos produtores rurais e o apoio da nossa gestão, demos um grande salto de produtividade e agregamos valor à atividade durante os oito anos em que administramos a prefeitura de Porto Velho”, explica Hildon.
Pré-candidato ao governo do Estado nas eleições deste ano, pela federação de partidos formada por União Brasil, PP e Republicanos, Hildon Chaves pretende levar a experiência de sucesso de Porto Velho para todo o estado de Rondônia. “Vamos fazer uma gestão eficiente do dinheiro público para podermos investir onde a população de fato vai sentir a diferença”, diz Hildon. “Isso vai trazer mudanças reais na vida de cada rondoniense, de cada família. Nossa gestão vai cortar os gastos desnecessários e transformar tudo isso em novos investimentos. Estamos pensando a médio e longo prazo para levar desenvolvimento a todas as regiões”.
Dono do maior rebanho de gado bovino de Rondônia, com mais de 1,6 milhão de cabeças, Porto Velho possui hoje o terceiro maior plantel do país em números absolutos e tem sido fundamental para o crescimento da agropecuária rondoniense, gerando empregos e renda e impulsionando a economia de forma significativa, especialmente por meio das exportações de carne para os principais mercados mundiais, alcançando anualmente cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) em receitas para o estado.
“Rondônia é reconhecida internacionalmente como área livre de febre aftosa sem vacinação, que é o maior status concedido a um país ou região produtora em todo o mundo”, explica Hildon. Durante a gestão do ex-prefeito e atual pré-candidato ao governo do Estado, a produção leiteira de Porto Velho saltou de uma média diária de 20 mil litros para aproximadamente 80 mil litros, quadruplicando a produção em oito anos, se destacando como um dos principais produtores de leite de Rondônia.
Agricultura familiar recebeu 2,5 milhões de mudas de café clonal
Hildon afirma que, assim como fez em Porto Velho, terá um olhar muito voltado para a agricultura familiar dentro do estado. “Temos que voltar a priorizar o homem do campo. Tínhamos programas importantes como o Balde Cheio, que atendia o produtor de leite, o Promec, que levava horas-máquina para as pequenas propriedades, e também as agroindústrias, que traziam maior valor agregado para a produção. Nossas estradas vicinais estão com sérios problemas. Sem logística, Rondônia não cresce”, afirma.
“Para fortalecer e aumentar a renda da população é preciso fomentar o campo”, diz Hildon, citando como exemplo a experiência bem-sucedida com o plantio de café clonal nas redondezas de Porto Velho e nos distritos de União Bandeirantes, Rio Pardo, e Ponta do Abunã. “Destinamos 2,5 milhões de mudas de café clonal que beneficiaram mais de mil famílias de agricultores e o resultado é que atualmente, a cafeicultura já é um dos destaques na geração de emprego e renda na agricultura de Porto Velho”.
Hildon defende que com um investimento de R$ 200 mil, na forma de crédito agrícola, um pequeno produtor consegue plantar dois hectares de café e, a partir do terceiro ou quarto ano, ter um rendimento médio familiar mensal de R$ 10 mil somente com essa atividade. “Temos a possibilidade de criar uma faixa de classe média dentro do estado, mantendo o homem no campo e estimulando a geração de receitas para melhorar a vida de milhares de famílias rondonienses”, afirmou.
Além do desenvolvimento do café, durante a gestão de Hildon houve um grande acréscimo na produção de itens comercializados em Porto Velho, como a banana, melancia e mandioca, destacando ainda a posição privilegiada do município na produção de açaí, coco, limão, laranja, mamão, maracujá e abacaxi, demonstrando grande diversidade produtiva.
Aumento na produção de grãos
Com a expansão do plantio da soja, milho e arroz, o município de Porto Velho se consolida como a nova fronteira de produção de grãos do país. Segundo dados do IBGE, em dez anos, a safra da soja cresceu 7.000%, milho teve 2.700% de crescimento e arroz 1.000%.
A soja alcançou a produção de 150 mil toneladas em 2023. As culturas do arroz e milho também ganharam projeção na capital de Rondônia. Em 2023, foram 13.260 toneladas de arroz colhidas. No mesmo ano, a produção de milho alcançou 73.125 toneladas. Porto Velho saiu da quarta para a terceira posição entre os municípios que mais produzem arroz no Estado.



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