Janela – O prazo para que deputados (federal e estadual), e vereadores troquem de sigla partidária terminará em dez dias. O prazo máximo é dia 3 de abril e, desde a abertura do período, (dia 5 deste mês) já tivemos vários deputados estaduais migrando para outras siglas, como o PL, que recebeu na última semana os deputados Luizinho Goebel (Vilhena), Taíssa Sousa (Guajará-Mirim), Alan Queiroz (PVH), que deixaram o Podemos; Lucas Torres (Buritis), ex-Progressistas, Ezequiel Neiva (Cerejeiras) do UB e Nim Barroso (Ji-Paraná), do PSD. Na área federal os deputados Sílvia Cristina (Ji-Paraná), deixou o PL e assumiu a presidência do Progressista, que está federado em nível nacional com o União Brasil (UB), formando o União Progressista; Lúcio Mosquini (Jaru), entregou a presidência estadual do MDB e está filiado ao PL; Fernando Máximo, eleito pelo UB assinou filiação ao PL, que agora, tem três dos oito deputados federais.
Partidária – Como temos mais de uma semana para expirar o prazo que proporciona as trocas de partidos, existe expectativa de mais deputados trocando de siglas para disputar as eleições gerais de outubro próximo. Hoje o PL tem a maior bancada na Assembleia Legislativa (Ale) com oito deputados, incluindo Jean Mendonça, de Pimenta Bueno, que foi reeleito pelo partido em 2022, e Eyder Brasil, que era primeiro suplente e assumiu, após Affonso Cândido, se eleger prefeito de Ji-Paraná e renunciar, para assumir o cargo executivo, mas está de saída da sigla. Mesmo assim o PL terá sete dos 24 parlamentares, número difícil de ser alcançado por outro partido.
Mulheres – Mais de 100 mulheres participaram na última semana do encontro Elas por Elas, para debater o protagonismo feminino, na sede do Partido Progressista em Porto Velho, evento promovido pelo Movimento Mulheres Progressistas. A deputada federal Sílvia Cristina, que trabalha uma pré-candidatura ao Senado e preside o PP em Rondônia, alertou que as mulheres, a maioria do eleitorado em Rondônia (51%) e no Brasil (52,4%), ainda relutam em participar diretamente do processo político-partidário. “Foi uma luta conquistarmos o direito ao voto. Hoje, somos a maioria do eleitorado, estamos cada vez mais ocupando espaços na sociedade, pois a mulher pode ser o que ela quiser. Mas, mesmo com a garantia de um terço das vagas nas candidaturas proporcionais destinadas às mulheres, ainda é baixa a presença feminina nos espaços políticos. E isso precisa mudar”, alertou Sílvia.
Hospital – Manter um hospital não é missão das mais fáceis. Prefeituras, mesmo de municípios de maior porte, tem dificuldades para que os hospitais dos municípios funcionem com eficiência e a população tenha um atendimento, no mínimo, digno. Na semana anterior, foi inaugurado o Hospital Municipal de Cacoal. No discurso de posse, o vice-prefeito Tony Prado (PL) alertou para o futuro, adiantando que é necessária ação conjunta município-Estado-União. Sem recursos estaduais e federais, o hospital poderá ter dificuldades no futuro. Destacou a presença do chefe da Casa Civil, Elias Rezende, representando o Governo do Estado, para que leve ao governador Marcos Rocha (PSD), a necessidade de investimentos contínuos na unidade de saúde, para que não ocorra falta de profissionais e mora nas cirurgias. Disse que é preciso evitar que os pacientes tenham que viajar cerca de 500 quilômetros a Porto Velho em busca de atendimento especializado.
Futuro – É enorme a curiosidade nos bastidores da política sobre o futuro político do prefeito-reeleito de Vilhena, com mais de 74% dos votos válidos, Flori Cordeiro (Podemos), que até recentemente era pré-candidato a governador nas eleições gerais de outubro. Apesar de ter representatividade eleitoral para enfrentar as urnas este ano, Flori não recebeu da cúpula do seu partido, presidido no Estado pelo prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, o suporte necessário para enfrentar uma eleição majoritária estadual. Flori declarou à mídia regional, que permanecerá no cargo até o final do mandato e não concorrerá nas eleições deste ano. Mesmo sem apoio do Podemos, Flori tem condições de se eleger deputado (federal ou estadual), pois tem potencial eleitoral para isso. Como não mais poderá concorrer a prefeito, caso não dispute eleições este ano terá a opção futura a vereador...
Respigo
Impressiona a falta de fiscalização e ação efetiva no trânsito de Porto Velho. Os motoqueiros (não confundir com motociclistas) fazem as maiores barbaridades no trânsito da capital com ultrapassagens pela direita, “furo” em semáforos, ignorância às faixas de pedestres e placas de sinalização e velocidade excessiva, com “destaque” para os motoboys +++ Não se nota fiscais de trânsito, os “cabeças de tapioca”, em pontos considerados críticos nos horários de picos. Se um semáforo apresentar problemas, enquanto não for reparado, trânsito no local fica, ainda mais caótico, porque não aparecem agentes ou guardas de trânsito para orientar, organizar, uma lástima +++ Lideranças do PL, inclusive os deputados que se filiaram recentemente estiveram reunidos hoje (24) em Porto Velho. Na pauta as eleições gerais de outubro e o planejamento para enfrentar as urnas +++ Ao menos 20% dos vereadores de Porto Velho estarão concorrendo nas eleições deste ano. A maioria ao Parlamento Estadual, mas também à Câmara Federal +++ Na quinta-feira (15h) a Seleção Brasileira enfrentará a França em jogo amistoso. Na terça-feira (31) enfrentará a Croácia (19h) em jogos preparativos para o Mundial deste ano.



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