Sucessão – Desde às reeleições dos prefeitos Flori Cordeiro (Podemos), e Adailton Fúria (PSD), de Vilhena e Cacoal, respectivamente, que ambos são pré-candidatos a governador. Cordeiro teve uma missão mais difícil, pois enfrentou Raquel Donadon (PRD), de família tradicional não somente em Vilhena, mas no Cone Sul, e Alan Souza (PT). Mesmo assim foi reeleito com 74,43% dos votos válidos. Já Fúria enfrentou adversários sem tradições no município. O segundo colocado, Celso Popó (PL), foi deputado estadual por Santa Luzia, município vizinho a Cacoal. Fúria somou 83,16% dos votos válidos, contra 12.86% de Popó e 3,98% de Almir Suruí (PDT). Recentemente o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, presidente regional o Podemos, disse publicamente que o pré-candidato à sucessão estadual do partido era Flori. Uma atitude normal, pois desde a sua reeleição, já demonstrou que seu passo futuro na política será disputar a sucessão estadual. Desde a posse no segundo mandato, em janeiro de 2025, que Fúria vem trabalhando sua pré-candidatura a governador.
Estadual - Alguns dias depois da declaração de Leo Moraes, o deputado estadual delegado Rodrigo Camargo (Republicanos-Ariquemes), que estava numa pré-campanha ao Senado, disse em pronunciamento da tribuna da Assembleia Legislativa (Ale), que é pré-candidato a governador, não mais ao Senado. Como Camargo é um franco atirador, usa com sabedoria o poder político, inclusive de mídia, tiveram início os questionamentos sobre quem seria o nome do candidato a governador do Podemos, pois comenta-se com regularidade, que Camargo deverá deixar o Republicanos e se filiar ao Podemos. Desde o dia 5 que está aberta a Janela Partidária, quando deputados federais, estaduais e distritais podem trocar de partido sem perder o mandato evitando a infidelidade partidária, que leva à perda do mandato.
Prazo – Até o primeiro sábado, 4 de abril será possível saber do futuro político de Flori e Camargo, pois ambos pretendem concorrer à sucessão estadual, não importando quem seja o vice, o seria um contraponto na política, pois ambos são do interior e não é isso, que se recomenda a quem deseja vencer eleições. Na disputa eleitoral, se aplica somente a soma, jamais a divisão, por isso a importância de juntar candidatos da capital e do interior como estariam planejando o senador Marcos Rogério, presidente regional do PL e o Hildon Chaves, ex-prefeito de Porto Velho em dois mandatos seguidos. Resta saber que seria o cabeça de chapa, caso ela seja formatada. Também há quem questione, sobre uma pré-candidatura de Leo Moraes. A pergunta é oportuna, mas é um assunto de enorme polêmica, porque envolveria a renúncia (seis meses antes das eleições), e a consequente posse da vice Magna dos Anjos (Podemos), que não estaria “bem afinada” com o prefeito. A sucessão estadual ganha força nos bastidores da política.
Janela – Estamos a menos de 30 dias para expirar o prazo para que deputados (federais e estaduais) possam trocar de sigla partidária sem o risco de perder o mandato devido a Janela Partidária (5 de março a 3 de abril). O ano é eleitoral (eleições gerais em outubro) e existe enorme expectativa sobre o futuro político dos deputados estaduais, principalmente. Alguns já mudaram de partido como Ismael Crispin, eleito pelo PSB, esteve no MDB e hoje está no PP; Marcelo Cruz, eleito pelo Patriota, passou pelo PRTB e recentemente se filiou ao Avante. Os deputados Ribeiro do Sinpol e Edevaldo Neves, também foram eleitos pelo Patriota e estão filiados ao PRD. A deputada Taíssa Sousa, eleita pelo PSC, esteve no PRD, está no Podemos, mas deverá se filiar ao PL, a exemplo de Luizinho Goebel, eleito pelo PSC, é do Podemos , mas rumando para o PL.
Partidária – A lista é maior e, até o prazo final no início de abril, o deputado estadual Eyder Brasil, do PL, está se preparando para assinar filiação ao Podemos. Pedro Fernandes foi eleito pelo PTB e está no PRD. Rodrigo Camargo, do Republicanos não concorrerá à reeleição e já se lançou pré-candidato a governador, mas deverá ser pelo Podemos. Provavelmente permanecerão nos partidos Laerte Gomes (PSD), Jean Mendonça (PL), Alex Redano (Republicanos), Luís (do Hospital) Eduardo Schincáglia-MDB, Lucas Torres (PP), Alan Queiroz (Podemos), Cláudia de Jesus (PT), Nim Barroso (PSD), Cássio Góes (PSD). Jean Oliveira (MDB). A lista tem ainda Yeda Chaves, Cirone Deiró, Ezequiel Neiva, Gislaine Lebrinha, Rosângela Donadon todos do União Brasil. Neiva está com problema de inelegibilidade, mas se estiver liberada o projeto é concorrer a uma das cadeias na Câmara Federal.
Respigo
A coluna de hoje está com a leitura “pesada”, devido a publicação dos nomes de os 24 deputados estaduais e a previsão do provável futuro político-partidário de cada um. Mas a informação é necessária, porque estamos em pleno período de Janela Partidária” e certamente, até o dia 4, teremos outras mudanças no quadro partidário da Assembleia Legislativa (Ale) +++ Aumentam os comentários sobre a possibilidade de o senador Confúcio Moura, presidente regional do MDB assumir um ministério no Governo Lula da Silva (PT). Vários ministros renunciarão até o início de abril, seis meses antes das eleições em primeiro turno, porque serão candidatos a cargos eletivos +++ A proximidade cada vez mais profunda de Confúcio como a esquerda não é por acaso. Quem viver verá +++ Rondônia já teve um ministro, no primeiro governo Lula (2003/10) da Previdência Social, Amir Lando. Confúcio está bem perto de ocupar um ministério no atual Governo Federal +++ Jogos importantes na noite de hoje (11) pelo Campeonato Brasileiro. Às 18h, Atlético Mineiro e Internacional, 19h Bahia e Vitória, 20h30 Corinthians e Coritiba e, no mesmo horário, Flamengo e Cruzeiro +++
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