Transição – Importante o governador-eleito, senador Marcos Rogério, presidente regional do PL, em compor e colocar na ativa sua equipe de transição. A posse será somente em 1º de janeiro, mas é necessário que o futuro governador e sua equipe tenham uma mínima noção sobre a realidade do Estado, financeira, econômica e socialmente. O deputado federal-reeleito, Lúcio Mosquini, coordena uma equipe com 18 pessoas, experientes e com a finalidade de apresentar um relatório da situação administrativa de o Estado de Rondônia. Estão no grupo pessoas especializadas em contabilidade, educação, direito e gestão, além de ser político, lógico, porque a administração pública e bem diferenciada da privada. Para um governo forte, eficiente, voltado para os reais interesses da população é fundamental que a futura equipe administrativa seja uma homogênea, visionária, mas responsável, pois Rondônia precisa de ousadia e responsabilidade. E isso tem muito a ver com a equipe de transição, que deve espelhar a realidade do Estado, inclusive financeiramente.
Eleições – Pessoas que assistiram o debate na TV no final de semana dos candidatos a presidente da República, Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que mantiveram contato com a coluna ficaram decepcionado com o baixo nível do diálogo. A maioria lamentou o despreparo de ambos para presidir um País continental e essencialmente favorável à produção, seja agrícola, pecuária, industrial. No domingo (25) teremos eleições em segundo turno e os cerca de 158 milhões de eleitores terão que optar por um ou outro, já que os demais candidatos não tiveram votação suficiente para superar Lula e Flávio. Infelizmente só poderemos contar com nomes capacitados como Ratinho Júnior (PSD), governador-reeleito do Paraná em 2022 com mais de 69% dos votos válidos, e Eduardo Leite (PSDB), ex-governador do Rio Grande do Sul, único reeleito na história política do Estado nas próximas eleições gerais, a princípio para 2030.
Interior – Nos dois últimos mantados de governador, a hegemonia política do Estado é de Porto Velho, e assim continuará, até o final do mandato de Marcos Rocha (PSD), que está no cargo em dois mandatos seguidos. O ciclo será encerrado no primeiro dia do próximo ano (1º, de janeiro) com a posse do governador Marcos Rogério, que foi eleito em 1º turno, no dia 4 deste mês. Na próxima legislatura da Assembleia Legislativa (Ale), o interior terá 18 cadeiras das 24 disponíveis no Parlamento Estadual. É a força do interior, que teve, após a vitória de Valdir Raupp (MDB), empossado em 1º de janeiro de 1995 (Rolim de Moura); José Bianco (Ji-Paraná), Ivo Cassol (Rolim de Moura) e Confúcio Moura, ambos com dois mandatos seguidos), que tem domicílio eleitoral em Ariquemes.
Interior II – O Estado passou a ser governado por um político de Porto Velho com a posse de Marcos Rocha, eleito em 2018, que conseguiu se reeleger em 2022 em eleições das mais disputadas com Marcos Rogério, no 2º turno. A eleição de Rogério em 4 de outubro, para o mais importante cargo Executivo do Estado, com uma vitória das mais expressivas no 1º turno, garante ao interior a volta de a hegemonia política, do “poder da caneta”. Desde as eleições de 1994, quando Valdir Raupp foi eleito, assumindo o cargo que era de Oswaldo Piana, de Porto Velho, que permaneceu com Bianco, Cassol e Confúcio, que o interior retoma o cargo com a posse de Rogério no primeiro dia do próximo ano, Ji-Paraná, terá, a exemplo de Rolim de Moura, em um espaço de 26 anos, dois políticos do interior governando o Estado (antes foi Bianco). Hoje a “caneta” é da capital com Marcos Rocha, que está no segundo mandato seguido, mas até o final do ano. É a “briga” política (capital, interior), que mobiliza os bastidores.
Composição – Na política não basta se eleger, principalmente aos cargos executivos, como presidente da República, governadores e prefeitos. São necessárias parcerias, não com os inimigos, mas os adversários políticos, que respeitam os resultados das urnas. Assumir o cargo de governador exige muito mais que competência, mas também organização e poder de comunicação, porque não terá como administrar com eficiência sem o apoio do Poder Legislativo, principalmente, responsável pela elaboração de leis, apresentação de projetos, fiscalização dos atos do executivo, pois vivemos uma democracia. Um relacionamento de parceria com os deputados, estaduais e federais, e os três senadores é fundamental para garantira de mandato eficiente. E Marcos Rogério tem a força de o PL, que ele preside no Estado. O partido reelegeu e elegeu 7 dos 24 deputados pelo seu partido para a próxima legislatura.
Respigo
Sobre a eleição a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, sete deputados são do PL, partido presidido pelo governador Marcos Rogério no Estado. Somente um deles Alan Queiroz é da capital +++ Outro item importante para a futura administração estadual, que será do interior. 18 dos deputados de a futura Legislatura são do interior +++ A composição da futura Mesa Diretora da Assembleia Legislativa continua sendo assunto de destaque nos bastidores da política. Há quem aposte, que a presidência da futura composição da Casa do Povo será do PL, que reelegeu e elegeu sete dos 24 deputados +++ Esta semana os deputados se reunirão na terça-feira (20) às 15h, (horário regimental). As sessões ordinárias também ocorrem às quartas-feiras (9h), mas devido as eleições ficaram restritas a somente um dia por semana +++ Domingo teremos as eleições em segundo turno a presidência da República. A partir de terça-feira (1º de novembro) as sessões ordinárias voltarão à normalidade, às terças-feiras e quartas-feiras. O Campeonato Brasileiro tem somente um jogo na noite de hoje (19-segunda-feira), a partir das 19 horas. O Corinthians recebe o Vitória, na Neo Química Arena em jogo da 31ª rodada e está a cinco jogos sem vitória +++ A piada é de um corintiano, boa gente, chegado à brincadeira e merece destaque pela sutileza. O Corinthians está jogando na segunda (feira), para pegar ritmo...
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