A ex-deputada federal Jaqueline Cassol (PSD) abordou temas pessoais e políticos durante entrevista ao Podcast Resenha Política, apresentado por Robson Oliveira. Entre os pontos destacados, ela relembrou o episódio em que afirma ter sido vítima de fake news relacionada a um caso de assassinato envolvendo uma ex-funcionária, além de tratar de conflitos familiares e de sua pré-candidatura.
Ao comentar o episódio, Jaqueline afirmou que a informação falsa chegou a circular na imprensa, apontando seu nome como mandante do crime. Segundo ela, a notícia permaneceu no ar por algumas horas antes de ser desmentida pelas autoridades.
“Saiu que eu havia sido presa como mandante do assassinato. Foi um choque. Depois a polícia disse que era mentira, que eu sequer fui investigada.”
A ex-parlamentar destacou que, apesar do esclarecimento, os efeitos do episódio ainda repercutem. Ela mencionou impactos na vida pessoal e familiar, especialmente em relação aos filhos, e afirmou que o caso ainda é lembrado por parte da população, mesmo após mais de uma década.
Durante a entrevista, Jaqueline também revelou ter sido vítima de abuso na infância, aos seis anos de idade, e relatou que o tema foi superado com acompanhamento psicológico. Atualmente, diz tratar o assunto de forma aberta, inclusive como forma de conscientização.
“Aos seis anos eu fui vítima de abuso.”
Outro ponto abordado foi a relação com o irmão, o ex-governador Ivo Cassol. Jaqueline afirmou que os dois não mantêm contato atualmente e relatou que a situação familiar ainda não foi totalmente resolvida, inclusive durante o período da morte do pai.
“Nós ainda não estamos nos falando. Foi muito triste enterrar o meu pai sem a gente estar conversando.”
Além dos relatos pessoais, a ex-deputada confirmou que é pré-candidata a deputada federal pelo PSD e declarou apoio à pré-candidatura de Adaílton Fúria ao governo de Rondônia, alinhada à posição do partido e do governador Marcos Rocha. Ela também avaliou o cenário eleitoral como competitivo e defendeu maior responsabilidade do eleitor na escolha dos representantes.
“Se o eleitor não votar consciente, ele não pode reclamar.”
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