Ratinho Júnior e Eduardo Leite escolhem por ficar fora das eleições de 2026
CARO LEITOR, no pleito eleitoral deste ano, 18 dos 27 governadores do país não podem concorrer à reeleição, por já estarem no segundo mandato. Apenas nove chefes do Poder Executivo Estadual poderão disputar a reeleição para o cargo que ocupam. Neste caso, muitos deles miram uma vaga ao Senado como alternativa para continuar ocupando espaços de poder e de tomada de decisões. Alguns governadores organizaram partidos, nominatas, articularam apoios e alinhamento político com o sucessor e já anunciaram pré-candidaturas ao Senado. Entretanto, outros(as) governadores(as) anunciaram desistir de deixar o cargo para concorrer a uma vaga ao Senado, é o caso da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); Maranhão, Carlos Brandão (sem partido); Tocantins, Wanderley Barbosa (Republicanos); do Amazonas, Wilson Lima (União); Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSD); Alagoas, Paulo Dantas (MDB). Além dos ex-presidenciáveis, o governador Ratinho Júnior do Paraná e Eduardo Leite do Rio Grande do Sul, ambos do PSD, escolheram ficar fora das eleições de 2026. Cada governante teve motivações parecidas para optar por cumprir o mandato e quebrar o rito de deixar o cargo e disputar uma vaga ao Senado.
Atritaram
Atritos com o vice-governador levaram a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT); Maranhão, Carlos Brandão (sem partido) e do Tocantins, Wanderley Barbosa (Republicanos), a se atritar com seus respectivos vice-governadores.
Permanência
O governador de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), aliado político do ministro Renan Filho (MDB), anunciou permanência no governo até o término do mandato para apoiar Renan na disputa ao governo daquele pequeno estado nordestino.
Atritou
O governador do Amazonas, Wilson Lima (União), se atritou com o vice-governador Tadeu de Souza (PP) por conta do vazamento de uma lista contendo os nomes dos novos secretários que seriam empossados a partir de abril. Souza pretendia concorrer à reeleição. Lima patina também nas pesquisas de intenção de votos.
Fazer
Os ex-presidenciáveis, governador Ratinho Júnior do Paraná e Eduardo Leite do Rio Grande do Sul, ambos do PSD, escolheram ficar fora das eleições de 2026. Neste caso, ambos desejam fazer seus respectivos sucessores.
Opção
O governador do Paraná, Carlos Massa - Ratinho Júnior (PSD), disputando a Presidência da República, ganharia o voto de eleitores do centro, centro-esquerda e parte da direita e centro-centro direita, portanto, poderia se consolidar como uma alternativa à polarização ideológica entre o petismo e o bolsonarismo.
Impacta
A desistência do governador do Paraná, Carlos Massa - Ratinho Júnior (PSD), de disputar a Presidência da República, impacta diretamente na campanha do pré-candidato a governador Adailton Fúria (PSD).
Esperança
A candidatura de Ratinho daria maior apelo para a candidatura de Fúria e aos candidatos a senadores e a deputado federal do PSD. A esperança agora se deposita em Ronaldo Caiado ser ungido como candidato a presidente da República por Gilberto Kassab.
Permanecerão
O governador Coronel Marcos Rocha (PSD) faz parte da safra de governadores que permanecerão no cargo decididos a influenciar os resultados eleitorais mediante apoio a aliados. Rocha, nesse primeiro momento, articula a construção da nominata de deputado federal.
Reunido
A articulação do governador Coronel Marcos Rocha (PSD) para fortalecer a nominata de deputado federal conta com tratativas diretas com o ex-senador Expedito Júnior (PSD). Esse último estava reunido na manhã de ontem (23) com Rocha no Palácio Rio Madeira.
Influência
A influência do governador Coronel Marcos Rocha (PSD) no pleito eleitoral será decisiva para a pré-campanha e campanha do pré-candidato a governador Adailton Fúria (PSD) e do pré-candidato a senador Luis Fernando (PSD).
Forte
O apoio do governador Coronel Marcos Rocha (PSD) ao pré-candidato a senador Luis Fernando (PSD) é tão forte que ele próprio comenta em todas as postagens de Fernando nas redes sociais, em especial, no Instagram.
Problemas
O atual prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), quando deixar a prefeitura, enfrentará problemas de convivência pública com o seu vice-prefeito Tony Pablo (PL). As demonstrações já foram antecipadas em vários momentos.
Comportamento
O vice-prefeito Tony Pablo (PL), assumindo a titularidade do cargo, fará uma devassa na gestão do prefeito Adailton Fúria (PSD). O seu comportamento antecipado o denuncia, por sua vez, deverá atrapalhar a candidatura ao governo de Fúria e o projeto de poder do seu grupo político em Cacoal.
Transita
O vice-prefeito Tony Pablo, filiado ao PL, transita bem com o pré-candidato a governador, senador Marcos Rogério (PL), e frequenta a cozinha do deputado estadual Cirone Deiró (União), pré-candidato a vice-governador na chapa majoritária encabeçada pelo ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (União).
Reputação
Falando em transitar bem, o deputado estadual Cirone Deiró (União), desde que lançou sua pré-candidatura a vice-governador na chapa majoritária encabeçada pelo ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (União), sofre uma campanha de difamação.
Comprometido
O deputado estadual Cirone Deiró (União) é um parlamentar atuante e com alta capacidade de entrega. Cirone é um homem público comprometido com a sua família e suas bases eleitorais. Cirone teve sua honra e a de sua família atacada.
Repudiar
O eleitor precisa ficar esperto ao jogo sujo da política e repudiar os ataques à honra de um homem público e de sua família quando buscam difamar, ridicularizar ou prejudicar a imagem, bem como a de uma pessoa do seu núcleo familiar. A política se faz e ganha com jogo limpo.
Articulando
Falando em jogo político, o pré-candidato a governador Hildon Chaves (União) está rápido no celular. O homem passou o dia de ontem (23) articulando a nominata de deputado estadual e federal dos partidos que compõem a federação partidária União Progressista (UP) - União Brasil e PP. Além do Republicanos.
Canabidiol
Uma importante vitória para a saúde pública no âmbito estadual foi confirmada pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RO), que declarou constitucional a Lei nº 5.557/2023, de autoria do deputado estadual Alan Queiroz. A norma garante o fornecimento gratuito de medicamentos à base de canabidiol pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Vitória
A Chapa 2, “Unidade e Força”, encabeçada pelo policial civil Odair Ozame, venceu as eleições do Sinpol/RO e assume a direção do sindicato com propostas voltadas à valorização da categoria e fortalecimento da entidade. A vitória da Chapa 2 consolida a força do deputado estadual Ribeiro do Sinpol na categoria de policiais civis.
Articular
Falando em articular, o prefeito Léo Moraes (Podemos) recebeu o pré-candidato a governador e senador Marcos Rogério e Fernando Máximo, ambos do PL, no evento do Tecnogame no último final de semana. Léo deverá indicar o candidato a vice-governador de Rogério, o nome será o seu tio, empresário Márcio Barreto.
Parabeniza
A coluna parabeniza a atuação rápida da Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Porto Velho (ARPV) no tocante à limpeza do papa-lixo ao lado do histórico Mercado Central, de frente para a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFM-M). O papa-lixo estava repleto de urubus por conta do descarte do lixo do referido mercado, um ponto turístico da capital.
Limpeza
A empresa MB Limpeza Pública, detentora de contrato milionário com a Prefeitura de Porto Velho de manutenção e limpeza das ruas, avenidas, calçadas, canteiros e espaços públicos, foi denunciada pelo vereador Marcos Combate (Avante), mediante o abandono da limpeza pública do conjunto habitacional Cristal da Calama.
Descaso
O vereador Marcos Combate (Avante) postou imagens nas redes sociais das ruas, calçadas, canteiros e espaços públicos do conjunto habitacional Cristal da Calama, tomado pelo mato e sujeira. O descaso da empresa MB Limpeza Pública com a manutenção e limpeza pública também é com outros bairros da periferia.
Sério
Falando sério, o alinhamento político entre governador e vice-governador é crucial para a continuidade da estabilidade do governo e ao projeto do poder de ambos. Além disso, atuar em sintonia na gestão evita rupturas e conflitos de interesses que podem atritar o convívio entre ambos. Assim, a falta de alinhamento e sintonia expõe conflitos públicos e rompimento.



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