Futuro – Aos poucos o quadro político relacionado a sucessão estadual vai se definindo. As duas vagas ao Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa vão tomando forma em Rondônia. Até o dia 3 de abril certamente teremos várias mudanças na situação atual, inclusive no PL, que filiou vários deputados estaduais e o federal Fernando Máximo, que foi o mais bem votado (85.596 votos) em 2022, no encontro de lançamento da pré-candidatura do senador Marcos Rogério, presidente estadual do PL, a governador. Na ocasião, assinaram ficha de filiação ao PL os deputados estaduais Luizinho Goebel (Vilhena), delegado Lucas Torres (Cujubim, não Buritis como publicado em coluna anterior), Alan Queiroz (PVH), Taíssa Sousa (Guajará-Mirim) e Nim Barroso (Ji-Paraná). Mas já há informações de descontentamento entre os novos filiados, após o ex-prefeito de Porto Velho, (dois mandatos seguidos), ter se lançado pré-candidato a governador, e como vice o deputado estadual Cirone Deiró (UB-Cacoal),
Descontentamento – Os comentários são de bastidores, não oficiais, mas há deputados que estaria arrependido de se filiarem ao PL de Marcos Rogério, após a parceria para a sucessão estadual de Hildon e Cirone. A expectativa era que Chaves (Porto Velho) seria o vice de Rogério (Ji-Paraná) unindo capital e interior. Com Hildon se filiando ao UB e já se lançando como pré-candidato a governador, tendo o deputado Cirone (Cacoal) de vice, quarto mais bem votado nas eleições de 2022, somando 22,207 distribuídos não somente na região de Cacoal, seu colégio eleitoral onde foi vice-prefeito, mas com votos na maioria dos 52 municípios rondonienses. Alguns dos novos filiados do PL estariam insatisfeitos com o lançamento das pré-candidaturas de Chaves e Cirone, em seguida a de Rogério, que esperava contar com o ex-prefeito da capital como vice.
Deputada – Hoje Cacoal tem dois representantes na Assembleia Legislativa (Ale). Cirone Deiró, que é pré-candidato a vice-governador de Hildon, na sucessão estadual, e Cássio Góes (PSD), que foi vice do prefeito-reeleito, Adailton Fúria, do mesmo partido. Ambos com chances concretas de reeleição, mas Cirone está fora. Esta semana, após o anúncio da dupla Chaves-Deiró à sucessão estadual, Cacoal poderá ficar somente com Cássio na Ale-RO, mas a esposa de Deiró, a empresária Noeli, se filiou ao Republicanos, comandado no Estado pelo presidente do Legislativo Estadual, Alex Redano, de Ariquemes e deverá concorrer a uma das 24 cadeiras nas eleições gerais de outubro. Apesar de não ter disputado eleições, Noeli deverá ocupar a vaga do marido Cirone a partir de janeiro. Quem viver verá...
Senado – A disputa das duas vagas ao Senado promete ser das mais acirradas. Uma das cadeiras, a de Marco Rogério (PL) estaria livre, porque lançou na última semana em Ji-Paraná, seu domicílio eleitoral, a sua pré-candidatura a governador, em evento com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato a presidente da República. A outra vaga é de Confúcio Moura, que preside o MDB no Estado. Confúcio anunciou, que seria pré-candidato a governador, posteriormente à reeleição, e ultimamente que poderá ficar fora das eleições deste ano. Existe até, possibilidades de ele assumir um Ministério no Governo do presidente Lula da Silva (PT). Seu futuro político é uma enorme interrogação. Como está muito ligado ao PT, caso Confúcio opte pela reeleição, prejudicará o ex-senador Acir Gurgacz, presidente regional do PDT, que pretende concorrer ao Senado, pois ambos são de centro-esquerda e dividiriam os votos a senador no Estado.
Senado II – Hoje Ji-Paraná, segundo colégio eleitoral (cerca de 100 mil eleitores) do Estado tem três nomes que estão sendo cotados para concorrer ao Senado. A deputada federal Sílvia Cristina, presidente estadual do PP, considerada favorita para uma das vagas, segundo pesquisas de empresas especializadas; ex-senador Acir Gurgacz (PDT), que já estaria elegível, e o pecuarista Bruno Scheid, do PL, que tem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Além dos nomes citados, o PL tem o deputado federal Fernando Máximo, de Porto Velho, maior votação (85.596 votos) em 2022, eleito pelo UB, se filiou no sábado (14), no encontro do partido em Ji-Paraná com o compromisso de concorrer ao Senado. Hoje, Ji-Paraná tem três dos vários pré-candidatos ao Senado, somente Máximo tem domicílio eleitoral em Porto Velho. Seria quatro de Ji-Paraná, mas Marcos Rogério é pré-candidato a governador.
Respigo
Hoje os pré-candidatos a governador e vice pela Federação União Progressista, ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves e o deputado estadual Cirone Deiró cumprem em Cacoal a primeira agenda na luta pela sucessão estadual em outubro. Na pauta participação em solenidade no Batalhão da Polícia Militar (PM), visita ao comércio e entrevistas em programas de rádio, TV e sites +++ Na busca das duas vagas ao Senado, se apresentou esta semana a ex-vereadora de Porto Velho e ex-deputada federal, Mariana Carvalho, que concorreu a Prefeitura de Porto Velho em 2024 e foi derrotada no segundo turno por Leo Moraes (Podemos), numa eleição atípica, que estaria disposta a disputar novamente o Senado. Incentivada pelo irmão e deputado federal Maurício Carvalho (UB), ela deverá entrar na disputa por uma das duas vagas +++ É carismática, boa de votos e, as eleições de 2024 confirmou isso, mas eleições não se decidem somente com um bom candidato é preciso muito mais. É assunto para a coluna de segunda-feira (23) +++ O prazo máximo para que deputados (estaduais e federais), vereadores mudem de partidos é o dia 3 de abril (cerca de duas semanas). Em Rondônia vários deputados estaduais e dois federais trocaram de siglas partidárias +++ A previsão é que até o prazo final mais deputados estaduais trocarão de partido. É a busca em ampliar espaço político para garantir a reeleição.
Aniversários, casamentos, eventos comemorativos com os amigos, datas festivas, não pode faltar Chopp Colônia, o melhor do Brasil.
+ Reservas pelo Disk Chopp: (69) 9.8112.1412



Comentários
Seja o primeiro a comentar!