O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Scheid (PL), afirmou que retornará ao estado para iniciar sua pré-campanha após a autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por questões de saúde. A declaração foi feita em publicação nas redes sociais, na qual o pecuarista reforça que aguardava esse momento para dar início às atividades políticas.
Na postagem, Scheid destacou que optou por não participar de movimentos de pré-campanha enquanto Bolsonaro permanecia preso, decisão que, segundo ele, foi alvo de críticas. Ainda assim, afirmou que seguiu “o coração e a consciência”, permanecendo em Brasília em apoio ao ex-presidente.
“Eu só iria para a rua fazer pré-campanha depois que ele estivesse em casa”, disse o pré-candidato, ao justificar a postura adotada nos últimos meses. Agora, com a mudança no regime de cumprimento da pena, ele afirma que volta a Rondônia “com a consciência tranquila” para disputar uma vaga ao Senado.
Scheid também ressaltou a relação de proximidade com Bolsonaro, a quem chamou de líder, amigo e responsável por sua projeção política. Segundo ele, a decisão de aguardar a prisão domiciliar foi motivada por lealdade pessoal e política.
A posição do pecuarista contrasta com declarações feitas em janeiro deste ano, quando criticou aliados que já estavam em pré-campanha mesmo com Bolsonaro preso. À época, afirmou que não iria às ruas nessas condições e se definiu como “amigo de verdade” do ex-presidente.



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