Publicada em 04/02/2026 às 15h01
Em entrevista a jornalistas, nesta terça-feira (3), ela afirmou que a fala do astro é irônica. "Eu acho que é ironico e, francamente, triste ver celebridades que vivem em condomínios fechados, com segurança privada, milhões de dólares para gastar para os proteger tentando demonizar os servidores públicos da área de aplicação da lei", disse Leavitt.
Bad Bunny fez um discurso de forte caráter político ao subir no palco para receber o gramofone de melhor álbum de música urbana, antes de ser coroado com o principal prêmio da noite, o de álbum do ano. "Antes de dizer obrigado, eu quero agradecer a Deus e quero dizer fora ICE", disse ele.
"Não somos selvagens, animais ou alienígenas. Somos seres humanos e somos americanos. O ódio acaba se tornando mais poderoso quando você se prende a ele. A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor. Precisamos ser diferentes. Se lutarmos, precisamos lutar com amor."
O órgão tem sido alvo de críticas devido às operações contra imigrantes. Antes de Leavitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já tinha atacado o Grammy e ameaçado processar o anfitrião da premiação, Trevor Noah.
O incômodo de Trump foi decorrente de uma fala do apresentador na cerimônia deste domingo (1º) sobre suposto envolvimento do líder americano com Jeffrey Epstein, financista condenado por crimes sexuais.
"O Grammy Awards é o pior, praticamente impossível de assistir!", escreveu. Noah disse, incorretamente sobre mim, que Donald Trump e Bill Clinton passaram tempo na Ilha de Epstein. Errado!!! Não posso falar por Bill, mas nunca estive na Ilha de Epstein, nem perto dela", publicou Trump em sua rede, a Truth Social.



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