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ESTUDO CIÊNTIFICO

Reinfecção por coronavírus mais do que dobra risco de morte, diz estudo nos EUA com grupo na faixa dos 60 anos

Pesquisa feita com mais de 480 mil pessoas demonstrou que o risco é cumulativo e quanto mais infecções, mais chances de desenvolver sequelas ou morrer.

Por G1
Publicada em 11/11/2022 às 10h52

Um estudo publicado na revista científica "Nature" na quinta-feira (10) demonstrou que reinfecções por Covid-19 aumentam o risco de morte, hospitalização e desenvolvimento de sequelas em múltiplos sistemas de órgãos.

Embora amplo, o público pesquisado é formado por pacientes mais velhos, na faixa dos 60 anos, e geralmente homens, o que não reflete a população em geral (veja mais abaixo).

De acordo com a pesquisa liderada por Ziyad Al-Aly e uma equipe da Universidade de Washington, quando comparadas com um grupo de não infectados, as pessoas que tiveram várias infecções apresentam um risco cumulativo para a saúde. Ou seja, quanto mais infecções, mais chances de desenvolver Covid longa.

Entre as sequelas apontadas estão problemas pulmonares, cardiovasculares, gastrointestinais, renais, psicológicos e neurológicos, além de diabetes. De acordo com os pesquisadores, "os riscos foram evidentes independentemente do estado vacinal".

O estudo comparou 443.588 pessoas com uma única infecção com 40.947 que tiveram reinfecções. Dos reinfectados, 37.997 tiveram duas infecções, 2.572 tiveram três infecções e 378 sofreram quatro ou mais infecções. Todos foram acompanhados durante seis meses depois da última infecção ou reinfecção.

Para aqueles que contraíram a doença apenas uma vez, a taxa de mortalidade é de 16,77 a cada 1.000 pessoas. Já para os reinfectados, a taxa saltou para 36,10 a cada 1.000 pessoas, ou seja, mais do que dobrou. A chamada fase aguda, que compreende os 30 dias após a infeção, é o período mais crítico. No caso das hospitalizações, a taxa triplicou entre os reinfectados.

Eles também tiveram riscos elevados para problemas nos pulmões, coração, sangue, rins, ossos e músculos, além de diabetes, questões de saúde mental e desordens neurológicas.

"Mesmo se a pessoa tiver tido uma infecção prévia e sido vacinada, o que significa que tem uma dupla imunidade da infecção anterior e mais as vacinas, ela ainda está suscetível a resultados adversos ao se reinfectar", disse Al-Aly.

Limitações do estudo

Apesar de a amostragem de pacientes ser considerada expressiva, que contou com os bancos de dados de saúde do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA, os pesquisadores reconhecem que a maioria das pessoas eram homens brancos e na faixa etária de 60 anos, o que é apenas um recorte específico e não representa toda a complexidade da realidade.

Especialistas não envolvidos no estudo ponderam ainda que, entre os veteranos, geralmente, tem mais idosos e pessoas doentes do que na população geral.

Além disso, outra conclusão dos pesquisadores é que para reduzir a carga geral de morte e doença pelo SARS-CoV-2 será necessário desenvolver estratégias para prevenção de reinfecções.

Covid longa

Um estudo holandês publicado em agosto apontou que um em cada oito adultos infectados com o vírus Sars-CoV-2 experimenta sintomas de Covid longa, que é quando um ou mais sintomas persistem quatro semanas após a infecção.

A pesquisa descobriu que vários sintomas eram novos ou mais graves três a cinco meses depois de a pessoa ter tido Covid-19, em comparação com os sintomas antes da infecção e grupo controle (que não positivou para o vírus). Os principais sintomas registrados foram:

Dor no peito

Dificuldade respiratória

Dor ao respirar

Dor nos músculos

Perda do tato/cheiro

Formigamento das mãos/pés

Nódulo na garganta

Sensação alternada de frio/calor

Braços e pernas cansados

Cansaço geral

Outro estudo, baseado em dados de pesquisas e registros eletrônicos de saúde no Reino Unido, revelou que ser mulher, apresentar problemas de saúde em geral antes da pandemia, ter entre 50 e 60 anos, sofrer de asma e ter sobrepeso ou obesidade são fatores de risco para o desenvolvimento da Covid longa.

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