Arthur Aguiar, de 37 anos, quitou uma dívida de quase R$ 400 mil com o Banco Bradesco após ser acionado judicialmente. A instituição informou à Justiça que o débito foi pago e solicitou a extinção do processo na quinta-feira (8). O pedido, no entanto, ainda precisa ser analisado pela juíza responsável pelo caso.
A cobrança foi ajuizada no mês passado e tinha valor inicial de R$ 394.791,11. Segundo as informações divulgadas, o pagamento realizado pelo ator foi de R$ 388.121,60.
A ação movida pelo Bradesco cobrava valores referentes a faturas não pagas de seis cartões de crédito vinculados ao artista. O processo foi protocolado em 21 de setembro, e a instituição financeira recorreu à Justiça para receber o montante.
De acordo com o portal Metrópoles, o banco anexou ao processo uma carta de liquidação, datada de 1º de outubro, para comprovar o pagamento. Na sequência, pediu o encerramento da ação judicial.
Além disso, em manifestação registrada no processo, o Bradesco informou:“O réu efetuou o pagamento da dívida e requer extinção”. Mesmo que a quitação tenha sido feita, o processo ainda depende de uma decisão judicial para ser formalmente encerrado.
Após as cobranças se tornarem públicas, o ator se manifestou por meio das redes sociais e criticou a repercussão de notícias sobre sua situação financeira.
É triste ver como não existe mais limite pra nada. O importante é gerar cliques, engajamento, likes, comentários, independente do que isso pode gerar de dano no outro.Arthur Aguiar, ator e cantor.
Além disso, ele também questionou se as pessoas que divulgavam notícias e produziam conteúdos de deboche estariam preparadas para passar pela mesma situação, caso isso acontecesse.
Fora a cobrança do Bradesco, Arthur Aguiar foi alvo de uma ação de despejo relacionada ao aluguel de um apartamento em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. O processo, protocolado em setembro, envolve uma cobrança superior a R$ 166 mil por aluguéis e encargos que, segundo a locadora, não teriam sido pagos.
Na ocasião, o advogado do ator, Pablo Sukiennik, afirmou à revista Quem que os fatos não teriam ocorrido exatamente da maneira descrita na petição inicial e que as partes negociavam uma solução.


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