Um dia após o Irã ter abatido um avião de combate norte-americano, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que um piloto que estava desaparecido havia sido resgatado. No entanto, o Irã afirmou que a missão “falhou”. Afinal, o que se sabe?
Na sexta-feira, um caça F-15 foi abatido pelo Exército iraniano, sendo a primeira aeronave norte-americana a cair em território do Irã desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
Um dos dois pilotos conseguiu se ejetar com segurança e foi rapidamente resgatado com vida pelas tropas dos EUA, que iniciaram uma intensa operação de busca e salvamento pelo outro tripulante. Ao mesmo tempo, o Irã prometia uma recompensa para quem entregasse o “piloto inimigo”.
As buscas se concentraram em uma região montanhosa nas províncias de Kohgiluyeh e Boyer-Ahmad, no sudoeste do Irã.
Pouco depois, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter abatido outra aeronave norte-americana envolvida nas operações de resgate.
Na noite de sábado, Trump anunciou que o piloto havia sido retirado do Irã com segurança, garantindo que ele “sofreu ferimentos, mas ficará bem”.
O presidente também afirmou que a operação envolveu “dezenas de aeronaves” e que os EUA monitoraram a localização do piloto “24 horas por dia”, planejando cuidadosamente o resgate.
Posteriormente, acrescentou que o piloto estava “gravemente ferido” após ser resgatado “das profundezas das montanhas do Irã” em plena luz do dia.



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