PORTO VELHO, RO - A participação em eleições é apresentada como um instrumento de avaliação pessoal e política por Confúcio Moura (MDB), ao abordar o período eleitoral como oportunidade para medir relações construídas ao longo da vida. Segundo ele, uma campanha funciona como parâmetro da trajetória individual, refletindo vínculos, atitudes cotidianas e a rede de contatos formada ao longo dos anos.
Ao tratar das motivações que afastam possíveis candidatos, o senador aponta o receio de derrota, o temor de exposição pública e o risco financeiro como fatores que inibem novas candidaturas. Também menciona a insegurança de quem não sabe como iniciar uma campanha. Diante disso, ele orienta que interessados enfrentem essas barreiras e coloquem seus nomes à disposição do eleitorado.
Como forma de avaliar a viabilidade de uma candidatura, Confúcio sugere um teste inicial baseado na percepção de pessoas próximas. A orientação começa pelo círculo familiar, avança para vizinhos e amigos e, posteriormente, alcança conhecidos mais distantes. A partir desse retorno, segundo ele, é possível identificar sinais positivos ou negativos sobre a aceitação do nome.
Caso o retorno seja majoritariamente favorável, o cenário indicaria um ponto de partida viável. Por outro lado, a presença de dúvidas e rejeições seria um indicativo para reconsiderar a candidatura. Para o senador, esse processo prévio permite uma leitura inicial do ambiente político antes de qualquer formalização.
Ao relatar sua própria trajetória, Confúcio Moura afirma ter deixado atividades profissionais, propriedades e a convivência cotidiana com a família para se dedicar à vida pública. Ele compara sua escolha com a de pessoas que acumularam patrimônio fora da política, destacando que, no seu caso, o resultado está associado ao serviço prestado em diferentes municípios de Rondônia.
Na avaliação apresentada, o exercício de cargos eletivos é descrito como uma forma de atuação voltada ao interesse coletivo, resumida na afirmação de que “ser político é servir”. Confúcio Moura é tratado por analistas políticos regionais como pré-candidato à reeleição ao Senado Federal.
LEIA:
Ano eleitoral – seja candidato (a)
Por Confúcio Moura
22/03/2026
0 Comentários
Ninguém perde eleição. Ninguém. Uma campanha eleitoral é a medição da sua vida. Mede o tamanho das amizades verdadeiras. Mede o tanto de semente que jogou no chão. Mede quantos “bons dias” você deu às pessoas. Mede os seus sorrisos e gargalhadas. Mede até os abraços verdadeiros.
Muita gente até gostaria de se candidatar- mas, tem medo. Tem medo de perder e fazer feio. Tem medo de gastar o seu patrimônio. Tem medo ou vergonha de fazer campanha. E tem gente que não sabe como começar. Dou aqui o meu conselho – crie coragem e saia candidato.
Para medir o tamanho da sua aceitação na sua cidade e no Estado. Comece pelos parentes. Depois pelos vizinhos de rua ou de linha. Depois pelos amigos. A seguir procure os mais distantes, conhecidos e amigos. E pergunte a eles, caso venha a se candidatar- se eles lhe apoiam. Bem, com essa amostra – de gente conhecida e amiga, se for positiva – é um bom começo. Se nessa amostra, ouvir muitas dúvidas e negativas – aí sim, não saia.
Eu que já tive muitos mandatos, deixei tudo para trás, a profissão, fazenda, até a presença diária com a família – eu lhe confesso:- valeu a pena sim. Tenho muitos amigos que enriqueceram. Mas, não foram prefeito, deputado, governador e nem senador. Tem a riqueza deles. Eu tenho um serviço prestado em todos os municípios do Estado. Ser político é servir.



Comentários
Seja o primeiro a comentar!