Eleições – Estamos a pouco mais de 4 semanas para as eleições gerais. Já é possível notar que os candidatos vão ampliando as ações junto ao eleitorado, inclusive com visitas pessoais em busca do voto. Mais entre os candidatos proporcionais (Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa), porque as vagas são decididas no primeiro turno. Diferente dos cargos majoritários (presidente da República e governadores), os dois senadores, os oito deputados federais e os vinte e quatro deputados estaduais serão reeleitos e eleitos no dia 4 de outubro, no primeiro turno. O presidente da República e os governadores de a maioria de os Estados serão definidos no segundo turno, devido a exigência de a Lei Eleitoral de 50% mais um dos votos válidos para que o candidato seja eleito no primeiro turno, nas eleições majoritárias.
Governador – O assunto é explorado quase diariamente na coluna, mas não tem como fugir devido ao período eleitoral. A mobilização em torno de o futuro governador é enorme, crescente, pois ninguém está numa campanha política com expectativa de derrota. Todos acham – e querem – a vitória, o sucesso nas urnas. Ninguém acredita, que não conseguirá a reeleição, é o caso de vários Estados. E de quem está chegando agora, que é de se eleger, de conseguir um mandato. A disputa a deputado estadual também é movimentada. Mais de 250 candidatos estão inscritos para disputarem as 24 cadeiras na Ale-RO. 21 deles já são deputados e querem um novo mandado, como Luizinho Goebel (PL-Vilhena), que está no quinto mandato, e Jean Mendonça (PL-Pimenta Bueno), que busca um terceiro mandato e está entre os parlamentares mais atuantes na legislatura. A maioria de os políticos afirma que se reeleger é uma missão mais difícil que uma primeira eleição, pois as cobranças são muitas, mais hoje, após a chegada das redes sociais.
Federal – Rondônia tem somente oito cadeiras na Câmara Federal e, seis deles concorrem a um novo mandato. Os dois mais bem votados em 2022, Fernando Máximo (PL), que somou 85.596 votos, e Sílvia Cristina (PP), 64.941 votos são candidatos ao Senado, mas os demais querem um novo mandato e estão trabalhando para isso. Pelas pesquisas que foram veiculadas nos órgãos de comunicação do Estado, sites, TV, rádio e jornais, Lúcio Mosquini (PL), Maurício Carvalho (UB), coronel Chrisóstomo Moura (PL) estariam em condições de conseguirem mais um mandato, missão que não será das mais fáceis para os demais candidatos. Estão em busca das oito vagas cerca de 130 candidatos, vários bem estruturados, inclusive alguns políticos experientes que já passaram por outros cargos eletivos. Duas vagas estão abertas, mas as seis restantes prometem disputa hercúlea entre os candidatos. Quem viver verá...
Deputada – O PT trabalha forte para conseguir ampliar a representatividade na Assembleia Legislativa (Ale), a partir da próxima legislatura. O partido investe pesado na candidatura da ex-senadora Fátima Cleide, líder maior do PT no Estado, na busca de uma das 24 vagas na Ale-RO. Os petistas não têm nenhum vereador ocupando cadeiras na Câmara Municipal de Porto Velho, no Congresso Nacional (Senado e Câmara Federal). Nenhum dos 52 prefeitos reeleitos e eleitos em 2024 são do PT. Realmente o partido precisa – e deve – ser revisto em Rondônia e, a disposição de Fátima, que somou mais de 28 mil votos a deputada federal em 2022, foi a quinta mais bem votada, mas não se elegeu devido a legenda está em ocupar uma das cadeiras do Legislativo Estadual com chances de sucesso.
Governador – Pelas pesquisas mais recentes (durante a semana certamente teremos novas e com resultados mais próximos do que deverá ocorrer em 4 de outubro) hoje teríamos quatro dos seis candidatos a governador com números acima de um dígito. Marcos Rogério (PL), Expedito Netto (PT), Adailton Fúria (PSD) e Hildon Chaves (UB) são os nomes que estariam em condições de disputar o segundo turno, que deverá ser inevitável. Como temos menos de quatro semanas para as eleições e os candidatos acelerando e fortalecendo as campanhas provavelmente o quadro atual não permanecerá. Ainda teremos debates no rádio e principalmente na TV, que influenciam de forma significativa boa parte dos eleitores. A expectativa é que teremos mudanças, entre os quatro que estão entre os mais bem votados. Segundo as pesquisas, cerca de 50% garantiram, que não mudarão os votos, mas acima de 40% afirmaram que estão em dúvida, ou seja, certamente não teremos variação no quadro atual, por isso o segundo turno estaria totalmente descartado, como já se previa. Resta saber quem terá maior poder de persuasão para sensibilizar o eleitor a votar nele e conseguir parte dos indecisos que estaria acima de 40%.
Respigo
Quem “deu um tempo” para o excesso de mídia é o prefeito de Porto Velho, Leo Moraes, que preside o Podemos no Estado. Bom para ele, bom para a capital, pois quem fala muito dá bom dia a cavalo +++ E admitam os adversários ou não, Leo vem realizando um bom trabalho. Porto Velho tem mais de 35 mil quilômetros quadrados de área e um município difícil de ser administrado+++ A Capital de Rondônia tem 12 distritos, alguns superiores a vários municípios em economia, produção agrícola, saúde, educação. Porto Velho tem acima de 34 mil quilômetros quadrados, mais de 70 bairros e menos de 1% do território urbanizado +++ A realidade das eleições a presidente da República não deve ser o que apresenta a maioria das pesquisas. O que o candidato Flávio Bolsonaro (PL) vem “apanhando” nos programas eleitorais do PT não é pouco +++ Ninguém bate em cachorro morto. Estranho, muito estranho... +++ Hoje (8) não temos jogos pelo Brasileirão. Mas não dá para ignorar a derrota (2x1) do Corinthians contra o Chapecoense, lanterna da competição em plena Neo Química Arena, no domingo (6) +++ É importante destacar que o Timão jogou sem nove titulares. E que na quarta-feira (9) joga contra o Estudiantes, pela Libertadores em La Plata, na Argentina, às 20h30.


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