O candidato ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL) defendeu uma postura firme do Congresso diante do que considera abusos do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o lançamento oficial de sua candidatura, no último domingo (16), em Ji-Paraná, Bruno afirmou que pretende levar para Brasília uma atuação de enfrentamento e disse que não pretende recuar diante dos embates políticos e institucionais.
“É pra falar em coragem, é pra falar em luta. É pra falar por Rondônia, pelo Brasil [...] nós não vamos abaixar a cabeça.”
Bruno relacionou essa postura diretamente ao papel do Senado. Para o candidato, a Casa precisa exercer com firmeza as atribuições que possui nas questões envolvendo o Supremo. Em outro momento do evento, ele destacou como exemplo o poder dos senadores de rejeitar indicações para a Corte.
“Senador e senadores é pra ir pro Congresso pra fazer o que o Senado fez agora lá, de impedir”, afirmou, em referência à rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias, advogado-geral da União, para uma vaga no STF.
A defesa de uma atuação mais incisiva apareceu acompanhada de uma palavra repetida ao longo do evento: coragem. Ao defender que representantes tenham firmeza nos momentos decisivos em Brasília, Bruno afirmou que, em muitos casos, é justamente esse atributo que falta: “Falta coragem.”
Para Bruno Bolsonaro Scheid, o Senado deve funcionar como um contraponto institucional sempre que seus integrantes entenderem que outros Poderes ultrapassaram seus limites. A candidatura sustenta que essa será uma das linhas de sua atuação caso seja eleito.
Bruno Bolsonaro Scheid disputa uma das vagas ao Senado pelo PL com o número 222.


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