Um episódio envolvendo disparo de arma de fogo nas proximidades da produtora responsável pelos programas eleitorais de Hildon Chaves (União Brasil) levou a polícia ao bairro Embratel, em Porto Velho, no início da noite de sexta-feira (14). O candidato ao Governo de Rondônia tinha gravação prevista no local, mas ainda não havia chegado quando o caso ocorreu.
No momento do disparo, estavam em frente à produtora o candidato a deputado estadual Fábio França e o irmão dele, coronel da Polícia Militar que integra a equipe de segurança de Hildon. Segundo os relatos colhidos no local, uma caminhonete preta, com características de uma Ford Ranger, passou pela via no momento do estampido. Ninguém ficou ferido.
Imagens de câmeras de segurança registraram a passagem do veículo e deverão auxiliar a investigação. A Polícia Técnica esteve no endereço para realizar perícia, enquanto as forças de segurança tentam identificar a caminhonete e quem estava em seu interior. Até a noite de sexta-feira, não havia confirmação sobre autoria, motivação ou eventual relação do episódio com a campanha eleitoral.
Hildon se pronunciou poucas horas depois e tratou o caso como grave. Em nota pública, afirmou que estava a caminho da produtora quando recebeu a informação sobre o ocorrido e destacou que a situação poderia ter tido consequências mais graves.
“Por uma circunstância do destino, eu ainda não havia chegado. Felizmente, ninguém ficou ferido, mas o episódio poderia ter terminado em uma tragédia.”
O candidato também cobrou uma resposta das autoridades e evitou atribuir responsabilidade ou motivação ao episódio antes da conclusão das investigações.
“Confio nas forças de segurança e espero uma investigação rápida, rigorosa e transparente, capaz de identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias e a motivação do ocorrido.”
Hildon acrescentou que não pretende alimentar especulações sobre o caso. “Não farei acusações nem alimentarei especulações antes da apuração dos fatos”, afirmou. Segundo ele, a prioridade neste momento é preservar a integridade das pessoas envolvidas na campanha.
A investigação deverá buscar esclarecer quem estava na caminhonete, de onde partiu o disparo e qual foi a motivação do episódio. A própria reportagem realizada no local ressaltou que, naquele momento, ainda não havia elementos suficientes para estabelecer ligação entre o caso e a disputa eleitoral.
NOTA OFICIAL:
Recebi com profunda preocupação a notícia do ataque a tiros ocorrido no início da noite desta sexta-feira (14), em frente à produtora onde eu participaria de uma gravação de campanha.
Eu estava a caminho do local, mas acabei me atrasando. Enquanto aguardavam minha chegada, o tenente Fábio França, candidato a deputado estadual, e seu irmão, coronel da Polícia Militar e integrante da minha equipe de segurança, foram surpreendidos por uma caminhonete, de onde foram efetuados vários disparos na direção deles.
Por uma circunstância do destino, eu ainda não havia chegado. Felizmente, ninguém ficou ferido, mas o episódio poderia ter terminado em uma tragédia.
O que aconteceu é extremamente grave e não pode ser tratado como um fato corriqueiro. Estamos falando de disparos de arma de fogo em um local onde pessoas trabalhavam e aguardavam o início de uma agenda de campanha.
Confio nas forças de segurança e espero uma investigação rápida, rigorosa e transparente, capaz de identificar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias e a motivação do ocorrido.
Este é um momento que exige serenidade e responsabilidade. Não farei acusações nem alimentarei especulações antes da apuração dos fatos.
Minha maior preocupação é preservar a vida e garantir a segurança de todas as pessoas que caminham ao nosso lado.


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