Luana Piovani usou as redes sociais nesta terça-feira (16) para comentar a condenação do empresário Rodrigo Branco em uma ação movida pela médica e apresentadora Thelma Assis. A atriz demonstrou indignação ao analisar a lista de seguidores e amigos famosos do empresário e questionou a proximidade de artistas com ele após a repercussão do caso.
Em um story publicado no Instagram, Luana compartilhou um print do perfil de Rodrigo Branco e se mostrou surpresa com a quantidade de celebridades ligadas ao empresário.
"Eu queria saber como essa gente toda famosa não se envergonha de trabalhar ou ser 'amiga' dessa desgraça de racista. A dona Anitta sabe disso?", escreveu a atriz.
Quem é Rodrigo Branco
Rodrigo Branco é empresário, diretor de TV, publicitário e jornalista. Ao longo dos anos, ele ganhou notoriedade por sua proximidade com diversos nomes do entretenimento brasileiro, além de organizar experiências e viagens para os Estados Unidos, especialmente para Orlando. Nas redes sociais, costuma aparecer ao lado de celebridades como Anitta, Ana Castela, Ludmilla, Simone Mendes, Simaria, Luan Santana e Juliana Paes, entre outros artistas.
Foi justamente essa extensa rede de contatos que motivou a manifestação de Luana após a divulgação da decisão judicial favorável a Thelma Assis.
Entenda a condenação
A polêmica teve origem em março de 2020, durante o período em que Thelma participava do "Big Brother Brasil 20". Na ocasião, Rodrigo Branco realizou uma transmissão ao vivo nas redes sociais e fez declarações envolvendo a médica, que mais tarde seriam alvo de uma ação judicial.
Entre as falas, o empresário afirmou que "torcer para Thelma é racismo" e sugeriu que a ex-BBB recebia apoio do público apenas por ser uma mulher negra. As declarações geraram forte repercussão nas redes sociais e provocaram críticas de internautas e personalidades públicas.
Agora, a Justiça de São Paulo condenou Rodrigo Branco a indenizar Thelma Assis em R$ 40 mil por danos morais. Na sentença, a juíza Flávia Snaider Ribeiro destacou que o racismo ultrapassa a esfera individual e atinge toda a coletividade ao reforçar padrões históricos de exclusão e discriminação.



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