A China anunciou no domingo (10) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará uma visita de Estado ao país entre os dias 13 (quarta) e 15 de maio (sexta), informou a agência estatal chinesa Xinhua.
A confirmação do governo chinês retifica informação divulgada pela Casa Branca no fim de março, de que a visita seria nos dias 14 e 15 de maio. Segundo o governo americano, o presidente chinês, Xi Jinping, também deve visitar Washington em uma data posterior, que ainda não foi acordada entre os dois países.
O Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou nesta segunda-feira (11) que a China está pronta para trabalhar com os EUA, e que Trump e Xi terão "discussões aprofundadas sobre questões importantes relacionadas às relações sino-americanas e à paz e ao desenvolvimento globais".
“ A diplomacia entre chefes de Estado desempenha um papel estratégico insubstituível na orientação das relações China-EUA. A China está pronta para trabalhar em pé de igualdade com os EUA, em um espírito de igualdade, respeito mútuo benefício mútuos, para expandir a cooperação e administrar as diferenças, injetando assim mais estabilidade e previsibilidade em um mundo marcado por turbulência e complexidade”, afirmou Guo Jiakun, porta-voz da chancelaria chinesa.
A visita de Trump à China ocorrerá em um momento de impasse entre os EUA e o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. Essa situação deve acrescentar uma certa tensão entre Trump e Xi, porque Pequim é um dos maiores aliados do regime iraniano. Apesar disso, o líder norte-americano alega ter boas relações com seu homólogo chinês e diz que Xi é seu amigo.
Outro fator que ficará de pano de fundo durante a visita é que os EUA tratam a China como seu maior adversário no mundo para os próximos anos, segundo um documento oficial divulgado pelo governo Trump em janeiro.



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