PL – Ji-Paraná concentrará no sábado (14) as discussões sobre política em Rondônia. O PL realizará encontro regional, no Espaço Vera Cruz, a partir das 10h para ajustar o partido visando as eleições gerais de outubro, inclusive com o lançamento da pré-candidatura do senador Marcos Rogério, que preside o PL no Estado à sucessão estadual. O deputado federal Fernando Máximo, o mais bem votado em 2022 (85.596 votos), eleito pelo União Brasil, estará assinando ficha de filiação ao PL e disputará uma das duas vagas ao Senado, hoje ocupadas por Rogério e pelo presidente regional do MDB, Confúcio Moura. O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República pelo PL confirmou participação no encontro regional do partido, que dará a largada oficial para as eleições deste ano. Ji-Paraná será o polo político do Estado, com o PL saindo na frente com pré-candidatos a governador e Senado.
PL II – Além de Marcos Rogério concorrendo a governador, e a filiação de Máximo, com a garantia da disputa de uma das vagas ao Senado, o PL também deverá anunciar a filiação de novos políticos ao partido, como o deputado estadual Luizinho Goebel, que está no quinto mandato e filiado ao Podemos. Também consta da lista os colegas parlamentares, Taíssa Sousa (Guajará-Mirim) e Alan Queiroz (PVH), ambos do Podemos, e Nim Barroso, eleito pelo PSD, de Ji-Paraná. Hoje o PL tem dois representantes na Assembleia Legislativa (Ale), Jean Mendonça, de Pimenta Bueno e Eyder Brasil, de Porto Velho, que estaria deixando o PL. Todos estão aproveitando a Janela Partidária (7 de março a 5 de abril), que oportuniza aos deputados estaduais e federais, além de vereadores, a trocarem de partidos sem a perda dos mandatos. O PL está saindo na frente na disputa sucessória estadual e já se ajusta para as eleições deste ano, quando serão reeleitos e eleitos o presidente da República, governadores e respectivos vices; duas das três vagas ao Senado de cada Estado e Distrito Federal; Câmara Federal e Assembleias Legislativas.
Representatividade – Nas eleições gerais de 2022 o União Brasil (UB) foi o partido que mais elegeu deputados estaduais em Rondônia, das 24 cadeiras da Ale-RO. Foram Yeda Chaves (PVH), Cirone Deiró (Cacoal), Ezequiel Neiva (Cerejeiras), Gislaine Lebrinha (São Francisco do Guaporé) e Rosângela Donadon (Vilhena). Para as eleições deste ano, a expectativa é que o PL poderá eleger o maior número de deputados para a próxima legislatura a partir de janeiro do próximo ano. O UB fechou parceria com o PP formando a União Progressista. Outro partido que vem trabalhando forte para eleger (e reeleger) até cinco deputados é o Avante, presidido no Estado pelo ex-deputado estadual Jair Monte, que filiou recentemente o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Cruz, que foi eleito com a 7ª maior votação (18.798 votos) em 2022. A expectativa da cúpula partidária é de estar entre os cinco mais bem votados este ano.
Política – Até as convenções partidárias (20 de julho a 5 de agosto), quando serão definidos os candidatos a presidente da República, governadores e seus vices; duas das três vagas ao Senado dos Estados e Distrito Federal, Câmara Federal e Assembleias Legislativas, certamente teremos mudanças no quadro atual, mas ele espelha a situação de momento. Três nomes do interior dividem a disputa pelo Governo do Estado. Dois são prefeitos-reeleitos em 2024, Flori Cordeiro (Podemos), de Vilhena e Adailton Fúria (PSD) de Cacoal. O terceiro, já citado, o senador Marcos Rogério, que reunirá membros do seu partido e aliados em Ji-Paraná sábado, no encontro regional do PL com o senador Flávio Bolsonaro e membros do PL de todo o Estado. Todos os nomes citados são considerados na política regional, como “bons de votos” e com plenas condições de sucesso nas eleições de outubro.
Fora – Quem tinha dúvidas sobre o futuro político do governador Marcos Rocha (PSD), acreditamos, agora não tem mais. Em inúmeras oportunidades disse que sua missão é concluir o segundo mandato até o final e, a exoneração do secretário de Finanças, Luiz Fernando Pereira da Silva, que ocorreu esta semana foi uma prova, real, que, além de governar o Estado até dezembro, Rocha pretende participar do processo político-eleitoral. A demissão do secretário Luiz Fernando já com a missão de concorrer a uma das duas vagas ao Senado, cargo que o governador pretendia disputar este ano, é a senha. Rocha deixou bem evidente, que assumiu a presidência do PSD com o firme propósito de eleger o sucessor, que hoje, seria o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, do seu partido, que é pré-candidato a governador desde a sua reeleição em 2024. Nos próximos dias mais nomes deixarão o governo para disputar cargos eletivos. Quem viver verá...
Respigo
É importante que os políticos com mandatos, e assessores, que estarão participando do encontro do PL em Ji-Paraná, no sábado (14) não esqueçam que não é um evento relacionado a atividades políticos-administrativa. Quem tem mandato não deve utilizar veículos ou qualquer outro meio de locomoção oficial, pois estarão incorrendo em crime eleitoral +++ A utilização de diárias também. Prefeitos, vereadores, deputados, senadores, governador, assessores também não podem se deslocarem por vias área, terrestre ou fluvial com veículos oficiais, mesmo os disponibilizados nos gabinetes +++ Em passado recente um encontro do MDB no Estado causou problemas para muita gente. Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém +++ De hoje (13) até o dia 19, o governador Marcos Rocha (PSD) está em Boston (Estados Unidos) para tratar de interesses comerciais relacionados ao Estado. Durante o período, o vice, Sérgio Gonçalves (UB) está respondendo pelo cargo
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