Publicada em 27/12/2025 às 10h14
PORTO VELHO (RO) - 2025 está terminando, e a expectativa para 2026 é enorme. Será um ano de Eleições Gerais, quando os eleitores terão a oportunidade de votarem nos cargos políticos (majoritários e proporcionais) mais importantes do Brasil. Serão reeleitos e eleitos presidente da República, governadores e respectivos vices; duas das três vagas de cada Estado e do Distrito Federal ao Senado, além da Câmara Federal e das Assembleias Legislativas. Prefeitos e vereadores foram reeleitos e eleitos em 2024.
Os prefeitos eleitos em 2024 estão concluindo o primeiro ano de mandato e administrando com orçamentos anteriores. Nos municípios onde os prefeitos não se reelegeram, as dificuldades para administrarem com eficiência foram maiores.
Não seria o caso, por exemplo, do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, presidente do Podemos no Estado, que vem trabalhando bem, apesar do excesso de mídia agressiva, de muito “grito”, desnecessário, pois poderia passar os recados da mesma forma, mas em tom ameno, de conversa, não de imposição. Mas tudo faz parte do jogo político.
A partir de 2026, os prefeitos que estão no primeiro mandato terão condições de ampliar os trabalhos em favor da população. Os orçamentos foram elaborados por eles, portanto, com maior visão da realidade de cada município. Não poderão alegar desconhecimento de causa, porque o orçamento não foi elaborado por antecessores.
2026 também será ano eleitoral. Em Rondônia, desde o início do ano, nomes como o do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, presidente regional do PSDB, com dois mandatos seguidos; o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), em segundo mandato consecutivo; o deputado federal Fernando Máximo (UB), maior votação (85.596 votos) à Câmara Federal em 2024; e o vice-governador Sérgio Gonçalves (UB), que depende da renúncia do governador Marcos Rocha (UB) para concorrer ao Senado, assumindo a titularidade do governo e disputando a reeleição.
São os nomes com maior destaque, que estão em maior evidência neste ano, na disputa pela sucessão estadual. Como estamos em recesso parlamentar, período em que o Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas e as câmaras de vereadores estão sem atividades, que retornam normalmente somente a partir do dia 6 de janeiro, o momento é de hibernação política.
Apesar de as eleições presidenciais ocuparem espaço maior na mídia, a disputa pelo Governo do Estado, as duas vagas ao Senado, as oito cadeiras da Câmara Federal e as 24 da Assembleia Legislativa mobilizam não somente o eleitorado regional. A correria é grande em busca dos votos. Como as convenções para a escolha dos candidatos serão realizadas no período de 20 de julho a 5 de agosto, até lá teremos muita conversa de bastidores.
Estamos chegando ao final de 2025. Desejamos a todos os leitores um venturoso 2026, com saúde, paz, amor e uma graninha no bolso, que também não faz mal a ninguém...



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