Os cerca de 158 mil eleitores que estarão em condições de votar no domingo (25) terão a responsabilidade de escolher quem será o futuro presidente da República: Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, ou o senador Flávio Bolsonaro (PL). Os dois foram os mais bem votados no primeiro turno, no dia 4 deste mês.
A economia vai bem? E a exportação de grãos (soja, milho, café) que o Brasil produz em quantidade e qualidade vai bem? Ou é necessário mudar?
Está satisfeito com o presidente Lula? Se estiver, vote pela sua permanência; caso contrário, a opção é Flávio, pois as eleições em segundo turno, assim como no primeiro, estão polarizadas. As opções eram os dois, porque os demais foram candidatos figurativos.
Mudar vai resolver o problema? Ou haverá continuidade econômica, social e financeira no País?
Como o voto no Brasil é obrigatório, o eleitor tem a responsabilidade de eleger o futuro presidente da República, que governará o País nos próximos 4 anos.
No caso da reeleição de Lula, sua administração não será como no atual mandato, pois a maioria dos congressistas (Senado e Câmara Federal) reeleitos e eleitos no primeiro turno é ligada à direita, no caso, a Flávio. Se Lula vencer, provavelmente terá dificuldades para manter suas ações administrativas, o que não ocorrerá com uma vitória de Flávio, que nunca foi administrador público. É difícil exercer um cargo como o de presidente da República, governador ou prefeito, porque isso não exige somente competência administrativa, mas também flexibilidade política.
A administração pública é complexa e desafia a Lei da Física, segundo a qual a menor distância entre dois pontos é uma linha reta. Na maioria das vezes, é necessária uma longa curva para poder chegar ao objetivo; caso contrário, não se consegue sucesso.
O importante é que, na hora de votar, o eleitor esteja com a consciência tranquila e ciente de que o seu voto tem tudo a ver com o futuro político, social e econômico do Brasil, do povo brasileiro. A solução de um problema temporário, pessoal, somente prorrogará a situação, por isso é fundamental que o voto seja consciente, objetivo e que favoreça a maioria da população, não somente a grupos isolados.
Votar no Brasil é obrigatório, impositivo. Não deveria ser, como na maioria dos demais países. A obrigatoriedade favorece a corrupção, a compra de votos.
Já que votar é obrigação cívica no Brasil, a urna é eletrônica, inviolável, segundo os membros do Superior Tribunal Eleitoral (TSE). Por que não é permitido votar pelo celular? Se transferir dinheiro e pagar contas de água, luz, telefone, aluguel, prestações etc. são ações que se fazem pelo celular, de onde a pessoa estiver, por que não se pode votar? Por que a exigência da presença física? Isso tem que mudar.
Mas é assunto para as próximas eleições.
Domingo, faça sua obrigação constitucional: vote. Escolha o melhor, ou o menos pior. Exerça com responsabilidade o ato democrático que definirá quem será o futuro presidente da República, ou seja, quem comandará o destino político, social e econômico do País nos próximos 4 anos.
Boa sorte!!!


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