Foram discutidas visitas aos laboratórios nacionais do Departamento de Energia dos EUA e a instalações equivalentes na China, e os EUA estariam dispostos a discutir visitas a locais de testes nucleares, disseram autoridades do governo norte-americano ao veículo.
No entanto, as conversas sobre o assunto que ocorreram até o momento foram tratadas como "iniciais e preliminares", segundo as fontes de Washington. Mesmo assim, o governo Trump pretende continuar pressionando Pequim nos próximos meses por novas rodadas de tratativas sobre o assunto, ainda segundo a TV.
A revelação ocorre dias após visita de Xi Jinping à Casa Branca e também em meio a temores de nova corrida nuclear armamentista entre potências mundiais após o fim do New START —tratado de não proliferação de armas nucleares entre EUA e Rússia que expirou em fevereiro.
O governo Trump busca incluir a China em qualquer novo acordo para limitar a produção e posicionamento de armas nucleares, segundo disse Trump à época do fim do New START. Isso porque Pequim expande rapidamente seu arsenal atômico, apesar de ter cerca de 10% da quantidade de ogivas que EUA e Rússia, segundo o Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo (Sipri).
A ideia de visitas recíprocas foi inicialmente levantada pelos chineses durante uma reunião com autoridades norte-americanas neste ano, disse uma fonte à CNN Internacional, o que foi interpretado como uma indicação de que o país asiático estaria aberto a adotar medidas em prol de construir confiança entre os dois países na pauta nuclear para, no futuro, construir um acordo mais abrangente.


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