Permissão é a força do querer guiada pela busca de obstinação e realização dos princípios mais fortes que nossa mente pode gerar, principalmente nesse tempo absurdo vem repatriando homens, diluindo a humanidade e exercendo, como sempre excerceu, o poder das possíveis ambições saudáveis e também quando não bem dominadas se tornam sombrias e desafiadoras na travessia, como no caso do personagem e Mestre do filme.
Nesse protagonismo a tomada do afeto do território humano do próximo é a linha do tempo e o espelho incessante da busca do sucesso e sobretudo a ditadura que se impõem nos colocando diante do toldo e do nada.
próprio regime criado pelo ego e pela inteligência artificial, que estamos nos tornando como vítimas e também inquisidores na fogueira de nossa alma.
Essa recriação ou réplica desse caminho, nos remete a grande questão colocando o tabuleiro existencial em xeque.
Da primeira fileira, onde as peças em seus lugares iniciam o jogo real da vida, somos convidados ao triunfo do confronto. Alma, mente e espírito se encontram numa unidade matrix, investigada pela consciência cosmica (Deus).
Somos então apenas dentro de um tubo de ensaio no laboratório divino?
Dentro desse projeto ambicioso que o filme busca promover em minha análise é fatal do ponto de vista assassino ou suicida do lado mais abominável que é a negação do que somos realmente de verdade enquanto ser humano, desde do parto ao homem adulto.
Não podemos negar que ainda temos muitos territórios a conhecer no mapa geográfico da mente, da alma e do espírito.
No entanto, pra onde empreendermos fuga, sempre vamos retornar ao início de tudo que provém da fonte genuína da divindade.
Então, se somos os próprios autores de nossos livros e filmes, sendo heróis ou vilões, não é esse o verdadeiro script dos próximos capítulos e cenas, se o diretor desejar e arte não é apenas desejo e também algo maior que tudo isso, pode escrever um novo roteiro.
A grande lição que o filme
O vendedor de Sonhos, me promoveu, foi que me levou a interrogação de minha insignificância humana e ao mesmo tempo, o quanto posso de alguma forma transformar essa insignificância em inspiração, para um novo recomeço, uma nova estrada a percorrer, de pó, pessoas reais, sonhos e esperança.


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