O candidato a deputado federal Fernando da BlueRay (PSD) defendeu que Rondônia volte a ter uma representação capaz de transformar o peso econômico e produtivo do Estado em obras, investimentos e decisões concretas em Brasília. Em manifestação sobre os gargalos de infraestrutura, Fernando afirmou que boa parte das estruturas estratégicas rondonienses ainda remonta à década de 1980 e associou aquele período à existência de lideranças com força para defender o Estado no governo federal.
“Rondônia ainda vive com a mesma estrutura da década de 80, quando o Estado ainda tinha gente de peso brigando por nós lá em Brasília”, afirmou. Fernando citou o asfaltamento da BR-364 e a construção da Hidrelétrica de Samuel como exemplos de investimentos estruturantes daquele período.
Para o candidato, o problema não é falta de capacidade de Rondônia para crescer. É justamente o contrário. O Estado avançou, sua população produziu e fez a economia prosperar, mas a infraestrutura e a força política para buscar novos investimentos não acompanharam esse ritmo.
“Cresce graças ao povo que trabalha todo santo dia e fez essa terra prosperar com as próprias mãos.”
Fernando afirma que essa diferença entre a força de quem vive em Rondônia e o retorno recebido de Brasília precisa ser enfrentada. Na fala, ele menciona problemas na saúde, o peso do pedágio e o custo da energia como exemplos de dificuldades que chegaram ao presente enquanto grandes soluções estruturais ficaram para trás.
É nesse ponto que Fernando coloca sua candidatura à Câmara dos Deputados como parte da mudança que defende. A proposta política é recuperar presença, cobrança e capacidade de articulação em Brasília, fazendo com que Rondônia volte a disputar investimentos e grandes projetos compatíveis com o tamanho que alcançou.
Para ele, o potencial do Estado já foi demonstrado por quem trabalha, produz e empreende todos os dias. O que falta é fazer essa força chegar também aos espaços onde são definidos recursos e prioridades nacionais.
“Imagina até onde esse povo pode chegar com alguém brigando por eles lá em Brasília”, afirmou Fernando.


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