Militares dos Estados Unidos fizeram um novo ataque à Síria e mataram um dos comandantes do grupo terrorista Estado Islâmico. A operação ocorreu na semana passada, mas foi divulgada nesta quarta-feira (24) pelas forças norte-americanas.
Embora enfraquecido, o grupo terrorista Estado Islâmico, que cometeu uma série de atentados na Europa há cerca de uma década, continua atuando na Síria através de células clandestinas. O grupo é rival do atual governo, formado por um dos grupos rebeldes que lutavam contra o ex-ditador do país, Bashar Al-Asad, deposto em um golpe em 2024.
Em comunicado, as Forças Armadas dos EUA afirmaram que o ataque matou Ali Husayn al-‘Ulaywi, líder do grupo terrorista no noroeste da Síria.
O comunicado das forças norte-americanas disse ainda que a ofensiva "faz parte dos esforços contínuos dos EUA para interromper e eliminar terroristas que buscam atacar americanos no exterior ou o território dos EUA".
“O Centcom e nossos parceiros permanecem comprometidos em erradicar os remanescentes do EI para garantir sua derrota duradoura”, disse o almirante Brad Cooper, comandante do Centcom. “Continuaremos a defender o território dos EUA, nossos militares e aliados e parceiros em toda a região.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem mostrado apoio a Ahmed Al-Sharaa desde que o líder sírio chegou ao poder.
Sharaa, ex-comandante da Al-Qaeda, liderou o movimento derrubou o Bashar al-Assad — governante de longa data — e tem buscado se apresentar como um líder moderado, tentando unificar sua nação devastada pela guerra e acabar com seu isolamento.
"Ele fez um trabalho incrível ao colocar as coisas em ordem. Ele não é um escoteiro, mas fez um trabalho incrível ao organizar tudo, e lida muito bem com o Hezbollah. Ele não gosta deles", disse Trump na terça-feira.



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