O processo eleitoral, após as eleições gerais de outubro, será encerrado com as posses dos reeleitos e eleitos em 2027. O presidente da República tomará posse no dia 5 de janeiro; os governadores, no dia 6; e senadores, deputados federais e estaduais, em 1º de fevereiro.
Em nível nacional, não se tem muito a esperar, pois o presidente Lula da Silva (PT) foi reeleito e pouco mudará com o novo mandato. Mas, em nível estadual, a expectativa é enorme, pois teremos um governador que nunca foi administrador público, situação bem diferente da iniciativa privada.
Apesar da importância de um político experiente no comando de um município, do Estado, da Nação, nada impede que um inexperiente na área realize uma administração eficiente. Basta escolher pessoas certas para os lugares certos, pois temos pessoas ligadas ao governador eleito, senador Marcos Rogério, presidente regional do PL, que já atuam na organização do futuro governo.
Não vamos citar nomes, porque em nada irá mudar o processo de escolha dos secretários, diretores e assessores políticos de Marcos Rogério. Mas basta checar as pessoas que estão integrando a Comissão de Transição, comandada pelo deputado federal mais bem votado em Rondônia (158.421 votos) e o terceiro do Brasil, Lúcio Mosquini (PL), na qual há nomes que certamente estarão na futura equipe.
No grupo de 22 membros da Comissão de Transição, há pessoas qualificadas para ocupar cargos na equipe do futuro governador, inclusive na área de jornalismo.
Caso o nível da Comissão de Transição seja mantido na futura equipe de governo, certamente teremos um grupo de apoio à administração de Rogério de ótima qualidade.
É importante destacar que Marcos Rogério foi eleito no primeiro turno e não precisou de composições para uma possível eleição em segundo turno. Tem a maioria na Assembleia Legislativa (Ale), com 7 deputados do PL, e no Congresso Nacional (Senado e Câmara), e não terá dificuldades no processo de negociação, que é normal e necessário na política.
A falta de passagem por cargos político-administrativos não significa dificuldades para administrar o Estado. Caso tenha a sensibilidade de formar um grupo de técnicos e políticos, terá menos problemas para colocar em prática boa parte do que está no Plano de Governo.
Saúde, principalmente, Educação, Obras, Segurança Pública e Agricultura, em um Estado extremamente produtivo, são desafios da administração pública. Mesclar secretários técnicos e políticos é fundamental para o sucesso, pois uma ampla discussão interna, antes da aplicação de medidas político-administrativas, é um dos caminhos para se “errar menos”. Em administração pública, não existe o 100%.
Mas o importante é que Rondônia talvez seja o único Estado em condições de pleno desenvolvimento econômico, social e político, com boas perspectivas de não só manter o volume de crescimento, mas consolidá-lo e fortalecê-lo. E Marcos Rogério e sua futura equipe têm condições para isso.
Sucesso!


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