UM SILÊNCIO TOTAL DOS CÚMPLICES, DEPOIS DA GRANDE TRAGÉDIA DAS MORTES PELO CORONAVÍRUS
Vai para o terceiro mês que o mundo soube, com toda a clareza, que a questão da Covid teve uma rede de esgoto caminhando sob ela. No Congresso dos Estados Unidos foi exposta a vergonhosa atuação de Anthony Fauci, que comandou o controle de bilhões de seres humanos, mantendo-os sob seu tacão ditatorial. Em grande parte da mídia, principalmente na brasileira, o assunto continua como se nada tivesse acontecido.
Por que este lava mãos, ignorando o escândalo do trágico diário de Fauci? Ora, porque contar toda a verdade, obrigaria a militância que domina as Redações a admitir que apenas serviu como instrumento e que apoiou um sistema ditatorial de exceção, onde a vida humana pouco importou, desde que prevalecesse a ideologia.
Reconhecer agora que os chamados “negacionistas” estavam certos sobre uma parte relevante das coisas, significaria reconhecer o próprio papel numa espécie de máquina moedora de reputações e de vidas. O homem que recomendou lockdown, máscara e vacina para o mundo, fechou escolas, isolou crianças, separou famílias, destruiu economias, só conseguiu impor suas teorias (que valeram para os outros, não para seu diário, onde ele confessa que nada disso acabaria com a pandemia!) por ter sido protegido por quem foi cúmplice, abraçando a política e não a Medicina e a Ciência.
Desde 2021 já se sabia dos riscos de vacinas como a AstraZeneca, quando ficou comprovado que o jovem advogado catarinense Bruno Graf, morreu 72 horas depois de ser vacinado. A mãe dele foi para as redes sociais denunciar o caso. Foi trucidada pela mídia e teve suas contas nas redes sociais bloqueadas. Mais uma vez, a cumplicidade contra a Verdade.
Agora, médicos brasileiros, americanos, franceses, italianos e de vários outros países, que ousaram enfrentar a ditadura ideológica, dominadora e destruidora de vidas, estão reaparecendo aos poucos, nas redes sociais, mas, claro, raramente, na mídia. Porque para dar voz, agora, aos que passaram anos tentando destruir, apenas por lado político, não há como engolir todos os erros e pedir desculpas. Isso seria demais para os que fizeram o triste papel de destruir ao invés de salvar.
Enquanto a ideologia nefasta considerava os médicos que defendiam o Kit Covid quase como bandidos, hoje o próprio Fauci deixou claro em seus diários que isso poderia ter salvado milhares de vidas.
A História ensina que os canalhas podem ter pequenas vitórias, mas, no final, eles sempre perdem para a Verdade. Mesmo calada, a grande mídia sabe o mal que causou ao Brasil e aos brasileiros. Prefere o silêncio, porque fora dele, sua cumplicidade salta na garganta de todos.
A POUCOS DIAS DA ELEIÇÃO, O QUE SE PODE ESPERAR DAS URNAS E A POSSIBILIDADE CONCRETA DE SEGUNDO TURNO?
Em torno de 96 horas antes das urnas, o que se pode dizer de definitivo sobre a eleição ao Governo de Rondônia? Nada de certeza. Mas o mais provável é que haja segundo turno e que os dois finalistas sejam Marcos Rogério/Delegado Camargo e Adailton Fúria/Everton Leoni. Certamente o ex-prefeito da Capital, Hildon Chaves, ao lado do seu vice, Cirone Deiró, cresceram nas últimas semanas, mas não ao ponto de superar um dos dois líderes.
Caso esta hipótese mais próxima da realidade se confirme mesmo, como ficarão os demais candidatos e que futuro terão? Expedito Netto dependerá muito do resultado da eleição presidencial. Caso Lula vença, ele certamente voltará a ocupar algum cargo federal. Sem Lula, o futuro do jovem petista é incerto.
Pedro Abib surge como um bom nome para o futuro da política rondoniense. Foi, sem dúvida, a surpresa positiva na disputa. Tem números, dados, propostas na ponta da língua. Fala bem e aprendeu rapidamente a falar a linguagem do povo, mesmo sendo um candidato principiante.
E Samuel Costa? Participou de um dos mais tristes momentos da disputa eleitoral, ao confrontar seu ex-amigo Expedito Netto num debate de baixo calão na TV e ser atacado por ele. No aspecto positivo, foi um lutador, uma espécie de Don Quixote, lutando contra os gigantescos moinhos do PSB. Venceu o diretório nacional do partido, mas foi uma Vitória de Pirro. Pessoalmente, saiu bem. Politicamente, não avançou.
Todas estas teorias podem ser confirmadas ou não nas urnas, neste domingo, das sete da manhã às 16 horas, período de votação. No domingo à noite, se saberá o que, de verdadeiro, aconteceu em Rondônia.
QUEIXANDO-SE DE TRAIÇÕES, SE HOUVER SEGUNDO TURNO, QUAL O CAMINHO QUE SEGUIRÁ O GOVERNADOR MARCOS ROCHA?
Faltando três meses e seis dias para o final de seu governo, há muitas perguntas e poucas respostas sobre o que fará o governador Marcos Rocha, neste curto período que encerra seus oito anos de mandato. Por enquanto, ele apenas entrou de corpo e alma na campanha por apenas um candidato: Luís Fernando da Sefin, seu secretário de Finanças. Antes, trocou a candidatura à sua sucessão de Adailton Fúria pela de Hildon Chaves, neste primeiro turno da eleição.
Até há alguns dias atrás, Rocha e o grupo palaciano estavam ao lado de Fúria, a quem o Governador chamava do sucessor que daria continuidade ao seu trabalho. Queria que Fúria defendesse as ações da sua administração. O namoro não durou muito. Fúria se negou a defender questões ligadas principalmente à saúde e a segurança pública. Veio então o rompimento.
Em poucos dias, centenas de veículos plotados com a campanha do jovem ex-prefeito de Cacoal receberam a troca: agora o nome apoiado é o de Hildon Chaves. Secretarias, chefes de departamentos e cargos comissionados tiveram que correr a trocar de “time”. Não se sabe ainda se a perda de apoio foi boa ou ruim para Fúria e se será boa ou ruim para Hildon. Mas o apoio palaciano é sempre um fator importante, numa eleição tão disputada como esta.
Marcos Rocha, contudo, terá que decidir uma nova posição para o segundo turno, que já é praticamente certo. Não há chance de apoiar Marcos Rogério, que se tornou o maior crítico do seu governo e é seu maior adversário (para não dizer inimigo) na política estadual. Se for Fúria o adversário, o que tende a ser, como ficará o Governador? Que orientações dará ao seu grupo político?
Recentemente, ao comentar a situação política e sua renúncia a disputar uma vaga ao Senado, Marcos Rocha comentou com uma pessoa próxima: “sofri demais neste período com tantas traições. Pessoas como eu não aturam isso!”.
Então, a pergunta se impõe: o que fará Marcos Rocha daqui para a frente? E a quem apoiará no segundo turno? Só depois do domingo saberemos…
DUAS MULHERES? UM DE CADA SEXO? DOIS HOMENS? QUEM RONDÔNIA VAI SELECIONAR PARA O NOVO SENADO?
Sobre a corrida ao Senado, esta sim está sensacional. Aliás, ela ocorre como se previu desde que a nominata dos concorrentes ficou conhecida. Nela estão dos nomes mais conhecidos da política rondoniense, além de algumas caras novas, como o bolsonarista Bruno Scheid, que pode ser a grande surpresa neste pleito.
Duas mulheres disputarão, até a boca da urna, voto a voto. Sílvia Cristina e Mariana Carvalho, uma atual deputada; outra na Câmara Federal por dois mandatos, são sempre citadas por suas possibilidades muito reais de eleição. Chegarão as duas? Uma ou outra? A disputa está acirrada.
Fernando Máximo, o deputado federal mais votado na última eleição para a Câmara e Acir Gurgacz completam o time dos que, ao menos em todas as previsões e pesquisas, também podem chegar lá. Ambos são conhecidos na vida pública rondoniense, com serviços prestados e nomes fortíssimos para chegar lá.
Dentro este quinteto, qual a dupla que o eleitor vai selecionar para nos representar no novo Senado, aquele em que estão sendo depositadas as maiores esperanças de mudanças radicais para melhorar o Brasil?
A única grande surpresa seria Luís Fernando da Sefin, o candidato oficial do Palácio Rio Madeira/CPA. Ele entrou bem mais tarde na campanha, não tem tido os recursos necessários, mas é um técnico qualificado e tem bom discurso. Se padrinho, Marcos Rocha, poderia ajudar a elegê-lo?
E os outros quatro, que também estão no páreo? Claro que as duas candidatas da esquerda (Luciana Oliveira e Neidinha Suruí) têm menos chances, até porque a direita e o conservadorismo dominam o eleitorado. Talvez se todos os votos da esquerda (PT, PSB, Rede, Psol e outros) se concentrassem em uma delas, poderia haver uma tênue esperança. Como isso não vai acontecer, zero chances.
Restam ainda dois representantes de partidos nanicos, que estão no páreo, mas sem chance alguma. Tanto Ayres Moura como o Engenheiro Túlio devem ter uma votação inexpressiva.
A batalha pelo Senado, portanto, como se previa, está até mais quente do que a disputa pelo Governo.
QUAL A VERDADE NA CORRIDA PRESIDENCIAL? PESQUISAS QUE DAVAM VITÓRIA FÁCIL A LULA JÁ MUDARAM SEUS NÚMEROS
Qual a verdade sobre quem está ganhando e quem está perdendo na disputa pelo governo do Brasil, neste momento? Os únicos indícios concretos são os resultados das pesquisas. Noventa por cento delas, hoje, dão vitória de Lula no primeiro turno, mas já por pouca diferença. E quase todas apontam empate no seguindo turno, contrariando os dados de vários meses, em que o petista sempre era dado como vencedor.
Os principais comentaristas políticos e mesmo a imprensa defensora radical do lulismo (ao ponto de trocar a notícia e a verdade por opiniões sempre tendenciosas!) já não dão como certa a vitória do seu candidato. Flávio Bolsonaro, por isso, começou a ser atacado com muito mais força, não só pela mídia carpete, aquela que deita para o governo limpar os pés, mas principalmente por partidos aliados, a começar pela maioria dos membros do PSTF, o Partido do Supremo Tribunal Federal.
Uma das provas do que começaria a se tornar uma espécie de pânico entre a turma que exige o quarto mandato para Lula, é a força para imputar ao adversário Fake News, oficializada não só pelo atual Presidente, como pelo ministro comunista Flávio Dino, autorizando a publicação de falsa notícia de que Flávio estaria pensando em tirar de Nossa Senhora Aparecida, o título de Padroeira do Brasil.
Também está no pacote a série de comentaristas políticos, estes de direita e conservadores, denunciando a preparação de um pretenso golpe, caso Lula perca a eleição. Obviamente que são apenas ilações de apaixonados. O Brasil é uma democracia e a rotatividade e alternância no poder fazem parte dela.
Mas é o Brasil. Aqui, tudo pode acontecer!
AMEAÇAS DE CRIMINOSOS, FACÇÕES E INVASORES ACABAM AJUDANDO NA CAMPANHA DO EX-COMANDANTE DA PM
Tem otário pra tudo! O coronel Régis Braguin, que deixou seu nome marcado na PM rondoniense pelo combate às facções e aos falsos grupos de sem terra, como a turma da Liga dos Camponeses Pobres, a LCP, sempre violenta, recebeu um forte apoio na sua campanha à Câmara Federal…da LCP e seus aliados. Isso mesmo!
Muros da Capital amanheceram pichados com ameaças ao policial, que tem feito uma forte campanha exatamente anunciando ações contra a bandidagem, contra as facções e os invasores de propriedades. Ora, ao ameaçarem Braguin, os membros destes grupos que fazem parte dos alvos dele na campanha eleitoral, reforçaram, perante o eleitorado, quanto eles o temem.
Braguin respondeu na hora: não tem medo algum de ameaças e reafirmou todos os programas que defende: a força das leis contra bandidos; guerra às facções: cadeia para os falsários que se dizem pequenos produtores rurais, mas que invadem propriedades, para depois vendê-las em lote e encherem o bolso de dinheiro.
Literalmente, o tiro dado pela ignorância e pela ameaça de violência saiu totalmente pela culatra. Braguin sai mais fortalecido, mais conhecido como quem tem coragem para enfrentar esta bandidagem, que coloca a população de bem sob seu tacão e os ataques podem ajudar sim a elegê-lo. Até porque o rondoniense, que vive sob as ameaças das facções e da criminalidade, certamente sabe quem são os bandidos e quem pode efetivamente combatê-los.
NÍKOLAS ATRAI MILHARES DE PESSOAS NO DOMINGO DE MAIS DE 40 GRAUS À BEIRA DO RIO MACHADO, EM JI-PARANÁ
Um dos maiores atos desta campanha eleitoral, geralmente bem mais fria do que várias anteriores, aconteceu em Ji-Paraná, neste domingo pela manhã. Teve como grande atração um dos jovens políticos mais queridos do país pela direita e pelo conservadorismo e mais odiado pela esquerda. Níkolas Ferreira atraiu milhares de pessoas, num evento promovido pelo candidato ao Senado Bruno Scheid, como um protesto contra o ministro Alexandre de Moraes, mas, obviamente, também para reforçar a campanha do empresário bolsonarista.
Foi uma manhã de sol daquelas que só o rondoniense se atreve a enfrentar. Mais de 40 graus à sombra. Mesmo assim, a área onde a concentração ocorreu reuniu milhares de pessoas, a imensa maioria vestida de verde e amarelo, que vibrou com cada palavra do discurso de Níkolas. Um petista corajoso se infiltrou na multidão e jogou um ovo em Níkolas, que respondeu com bom humor e ironia: “agora ele não terá o que comer, porque não tem picanha. Só sobrou comer abóbora!”
Níkolas criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, como tem feito em todas as suas andanças pelo país e aproveitou para pedir votos não só para Scheid, mas também para todos os candidatos ao Senado que possam chegar ao Congresso para confrontar os ministros que, segundo ele, é quem estão governando o país
O candidato ao governo pelo PL, Marcos Rogério, também participou da manifestação, assim como vários outros candidatos do partido às eleições deste domingo, incluindo nomes que concorrem à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa.
NENHUM CANDIDATO DE ESQUERDA TEM CHANCE REAL DE SE ELEGER PARA OS GOVERNOS DOS ESTADOS DO NORTE
Ao que tudo indica, a esquerda radical não vai eleger um só Governador em toda a Região Norte. Mais uma vez. O PSD, mais próximo ao atual governo federal, tem dois candidatos fortes. Um deles é o lulista Omar Aziz, que está na frente da disputa no Amazonas. Já em Rondônia, o candidato do partido, Adailton Fúria, tem repetido que é de direita.
No Acre, onde o PT dominou durante longos anos, a atual governadora Mailza Assis é do PP e está na frente de Alan Rick, do Republicanos. Ambos estão longe do esquerdismo. Do PSD, também tem o dr. Furlan, do Amapá, que deve vencer no primeiro turno. É de centro, mas tem tendências à esquerda.
No maior Estado da região, a tendência é de que se eleja Dr. Daniel, do Podemos, que lidera as pesquisas. Do centrão, o candidato que o segue é Ana Gassam, do MDB.
Em Rondônia, os dois principais postulantes (Marcos Rogério e Adailton Fúria) são de direita. O é também Hildon Chaves, do União Brasil.
Em Roraima, só um acontecimento inesperado tira a vitória de Artur Henrique, do PL, que tem 57 por cento das intenções de voto. Em Tocantins, a Professora Dorinha, do União Brasil, está à frente.
Nesta relação, não existe (ao menos no que apontam as pesquisas) qualquer candidato dos partidos de esquerda, com alguma chance de chegar ao poder em todos os Estados na região norte. O quadro é bem diferente de alguns anos, quando a esquerda ainda tinha espaço em alguns estados nortistas.
SEM SAIR DE CASA, CLIENTE DA ENERGISA TEM VÁRIOS SERVIÇOS ATRAVÉS DOS CANAIS DE ATENDIMENTO DA EMPRESA
Clientes podem emitir 2ª via da fatura, solicitar ligação nova, trocar titularidade, negociar débitos e informar falta de energia pelos canais oficiais da concessionária. Com seus canais de atendimento digitais e telefônicos, a Energisa Rondônia amplia o acesso aos seus principais serviços. Tudo com mais praticidade e sem a necessidade do usuário ter que se deslocar até uma agência física.
Pelo aplicativo Energisa On, site oficial da empresa e WhatsApp Gisa, é possível emitir a segunda via da fatura, consultar débitos, negociar dívidas, solicitar ligação nova, pedir troca de titularidade, acompanhar solicitações e acessar outros serviços relacionados ao fornecimento de energia elétrica. No caso da segunda via da conta, por exemplo, basta acessar o documento em poucos minutos e realizar o pagamento pelos meios disponíveis.
Outro serviço bastante procurado é a troca de titularidade, indicada quando há mudança de morador, locatário ou responsável pela unidade consumidora. Já para ligação nova, o cliente pode iniciar a solicitação pelos canais digitais, seguindo as orientações e apresentando a documentação necessária para análise do pedido. A negociação de débitos também pode ser feita pelos mesmos canais, regularizando pendências de forma mais simples.
A Energisa orienta que os clientes registrem ocorrências de falta de energia pelos canais de atendimento. Ao informar a falta de energia, o cliente contribui para que a empresa identifique a área afetada, avalie a ocorrência e acompanhe a normalização do serviço. A comunicação pelos canais oficiais também permite que o consumidor receba orientações e consulte o andamento do atendimento.
Os clientes podem acionar a Energisa pelo aplicativo Energisa On, pelo site www.energisa.com.br, pelo WhatsApp Gisa no número (69) 99358-9673 ou pela Central de Atendimento 0800 647 0120.
PERGUNTINHA
Qual sua opinião sobre declarações do presidente da Argentina, em plena reunião da Organização das Nações Unidas, quando ele disse que “esta ONU se converteu numa organização inútil, que só serve para alimentar uma casta de parasitas, recheada de arrogantes, disfarçados de burocratas mal intencionados?”


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