Publicada em 18/02/2026 às 14h24
PORTO VELHO, RO - O senador Marcos Rogério, do PL de Rondônia, publicou em seu perfil uma imagem que associa o Carnaval do Rio de Janeiro a uma representação do ex-presidente Jair Bolsonaro caracterizado como “Bozo” e em situação de prisão.
E apresentação foi parte do enredo da escola Acadêmicos de Niterói. A arte apresentada pelo congressita traz manchete sobre a liberação de recursos federais — “Governo Federal assina liberação de R$ 12 milhões a escolas de samba do Grupo Especial do Rio” — e foi acompanhada do texto escrito por ele: “Usam dinheiro público para perseguir e ridicular adversários. Mas a esquerda esquece que quem foi preso por corrupção foi o presidente deles, Luiz Inácio Lula da Silva”.
A publicação rapidamente concentrou grande volume de interações e desencadeou uma sequência extensa de comentários. Parte expressiva das manifestações demonstrou concordância com a crítica feita pelo senador. Entre as reações favoráveis, apareceram frases como “um escárnio com o dinheiro público”, “vergonha”, “já está na hora de o Congresso dar um basta”, além de cobranças por responsabilização e menções a possíveis medidas judiciais. Também surgiram mensagens de apoio político direto, projeções eleitorais e expressões de alinhamento ideológico.
Outro bloco de comentários adotou tom crítico ao parlamentar. Houve questionamentos sobre a efetividade da atuação institucional, com mensagens do tipo “vocês precisam falar menos e fazer mais” e “o que o Senado vai fazer a respeito?”. Alguns usuários também contestaram a narrativa apresentada no post, trouxeram comparações com outros gastos públicos e levantaram dúvidas sobre eventuais ilegalidades.
O conteúdo ainda gerou manifestações de cunho mais amplo, com referências a temas como prioridades orçamentárias, funcionamento do Congresso, cenário eleitoral e críticas ao sistema político.
Em meio ao fluxo de respostas, repetiram-se cobranças por providências formais e questionamentos sobre possíveis desdobramentos jurídicos.
No momento do registro, a repercussão permanecia concentrada no ambiente digital da própria publicação, sem indicação, no post, de medidas institucionais decorrentes do episódio.



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