Ao discursar nesta terça-feira (22) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dedicou parte de sua fala a temas voltados ao público brasileiro e outra parte a recados direcionados a Donald Trump e à comunidade internacional.
Lula fez menção, por exemplo, a temas como bets e fim da escala 6x1, questões domésticas; mas também a temas internacionais, como reforma do Conselho da ONU, crises em países como Haiti, Nicarágua e Venezuela, além de dizer, em indireta aos Estados Unidos, que o Brasil não cabe no "quintal" de ninguém.
Escala 6x1: declarou que aprovar a lei é fundamental para aliviar a sobrecarga doméstica que recai sobre as mulheres;
Eleições: afirmou que o Brasil precisa decidir se quer “avançar rumo a um futuro de mais oportunidades ou regressar a um passado de exclusão”.
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Combate ao crime: afirmou que o Brasil apresentou proposta aos EUA para combater o crime organizado, de forma conjunta;
PIX: Disse que o Brasil não vai ceder a “pressões” de multinacionais que querem “privatizar” o PIX;
Soberania: declarou que o Brasil “não cabe no quintal de ninguém”;
Democracia: "A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano".
Falas à comunidade internacional:
Eleições: afirmou que o Brasil tem uma sistema eleitoral “moderno e robusto”;
Multilateralismo: disse que os países que integram a ONU precisam optar pelo multilateralismo ou unilateralismo, pela democracia ou pelo extremismo e pela soberania ou pela subordinação;
Conflitos internacionais: criticou o “genocídio” praticado pelo governo de Benjamin Netanyahu, as crises no Haiti, na Venezuela e na Nicarágua;
Conselho de Segurança: declarou que o mundo está “refém” do “imobilismo” do Conselho de Segurança da ONU.


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