O CRIME DAS PESQUISAS FAJUTAS SE TORNA INCONTROLÁVEL, MESMO COM AS PROMESSAS DE ENDURECIMENTO
A três dias das urnas, o grande tema desta eleição até aqui não é a campanha fria; não são as propostas dos candidatos e nem os debates que proliferaram nestes últimos dias. O grande tema se refere às dezenas de pesquisas, a grande maioria delas fajutas, inventadas, sem nexo, que proliferaram nesta eleição.
Foram várias delas. Alguns números até perto do que se pode imaginar que seja a realidade, mas a imensa maioria absolutamente contraditória, com claro viés político/partidário/financeiro. O fenômeno não é novo, é claro. Na última eleição presidencial, principalmente, as pesquisas davam vitória fácil a Lula. Só mudaram nos últimos dias (algumas nas últimas horas ou depois que começou a votação) porque era gritante a série de erros crassos.
Houve muito debate acerca das pesquisas e promessas infindáveis de que tudo mudaria e que a legislação, dali para a frente, se tornaria muito mais dura, para combater este tipo de falcatrua eleitoral. Quatro anos depois, se algo mudou foi para pior. Em Rondônia, se o eleitor fosse atrás de algumas das pesquisas, concluiria que Marcos Rogério estaria eleito no primeiro turno; que Hildon Chaves tinha o dobro das intenções de votos de Adailton Fúria e que o rondoniense já tinha tomado todas as suas decisões.
Os percentuais são tão distantes de um levantamento para outro, em algumas destas pesquisas, que elas serviram apenas para um propósito: encher o bolso de quem as fez, comercializando tudo e dando destaque a quem pagou mais. Claro que não são todas, mas a grande maioria das pesquisas aqui feitas não merecem qualquer crédito. Não são sérias.
Qual a realidade? Difícil de se saber, com tanta desinformação. O que parece lógico é que Marcos Rogério e Adailton Fúria vão para o segundo turno. Hildon Chaves ficará em terceiro; Expedito Netto em quarto e Pedro Abib e Samuel Costa bem atrás. É isso que se ouve nas ruas; é isso que se ouve nas conversas sobre política nos cafés, nos almoços, nos encontros entre grupos de amigos.
O TSE diz agora que a partir de 5 de novembro, pouco depois do segundo turno, vai mudar as regras para a realização de pesquisas, tornando-as mais confiáveis. Na teoria, tudo certo. Na prática, este crime eleitoral incontrolável, sempre encontrará um jeito de burlar a legislação e encher os bolsos de muitos malandros.
Já vimos este filme: a promessa de endurecimento para acabar com as pesquisas fajutas. E o que se assistiu é exatamente o que está acontecendo na vida real: uma vergonha dentro das campanhas políticas.
DEBATE NA GLOBO TEVE POUCAS NOVIDADES, MAS MOSTROU EXPEDITO NETTO ATACANDO MARCOS ROGÉRIO
Um dos debates mais esperados deste primeiro turno da eleição em Rondônia aconteceu na Rede Amazônica/Globo na noite desta terça. Foi o penúltimo. O último aconteceu na noite desta quinta, na TV SCG. O da Globo teve momentos quentes, algumas trocas de farpas e um claro recuo na estratégia de Expedito Neto e Samuel Costa, que no confronto na SICTV deram um show de horror, com ataques pessoais duríssimos.
Um dos destaques foram os ataques (dentro da normalidade do confronto) entre Expedito Netto e Marcos Rogério. O petista deixou nas entrelinhas que Rogério, o grande nome do bolsonarismo no Estado, será o principal adversário dos esquerdistas no segundo turno. Marcos Rogério também foi bem, destacando o apoio que tem recebido em todo o Estado.
Adailton Fúria foi seguro, deu prioridade a propostas e projetos e lembrou que é o único dos candidatos que tem um vice de Porto Velho, o empresário e apresentador Everton Leoni. Avisou que vai governar para todos.
Hildon Chaves, que está fazendo uma campanha muito boa nos vídeos nas redes sociais, não tem repetido as performances de eleições anteriores nos debates. Também não se destacou no da Globo.
Pedro Abib seguiu a mesma linha de outros debates, apresentando números, criticando deficiências e apresentando soluções. Ele e Samuel Costa, contudo, mesmo com boas performances nos debates, não conseguiram decolar com suas candidaturas.
A BAIXARIA NA CAMPANHA ELEITORAL: É TOTALMENTE FALSO VÍDEO CRIADO POR IA DE SCHEID ATACANDO SILVIA CRISTINA
Furioso! Protestando com veemência! Foi desta forma que o candidato ao Senado pelo PL, Bruno Scheid, gravou vídeo nas redes sociais, por ter sido vítima de uma Fake News, criada por Inteligência Artificial, em que ele aparece ofendendo a candidata Sílvia Cristina. Adversários do bolsonarista trataram de espalhar a declaração falsa. Não imaginavam, certamente, a reação de Scheid e sua promessa de denunciar todos os envolvidos.
O vídeo Fake começou a circular a partir da quarta-feira. Imediatamente viralizou. Com um palavreado grosseiro, longe do tipo de discurso que faz o candidato, ele atacava a deputada Sílvia Cristina, sua adversária, com injúrias raciais. “Eu jamais usaria este tipo de palavras. Quem me conhece sabe disso. Foi o uso grosseiro da Inteligência Artificial para tentar prejudicar minha candidatura, que está em ascensão. E ainda a poucos dias da eleição”, lamentou.
Depois de tomar conhecimento do falso vídeo, Bruno Scheid foi às redes sociais para desmentir tudo e lamentar “o nível de algumas pessoas que vivem na vida pública, que vivem do dinheiro do contribuinte rondoniense”. Disse mais: “eu jamais falaria qualquer coisa semelhante”, referindo-se à falsa declaração a ele atribuída.
Disse ainda que a trama é algo “tão falso e tão criminoso, que não consigo pensar que tipo de pessoa faz uma coisa dessas, tentando me atribuir uma fala que eu jamais seria capaz de fazer”.
Por fim, garantiu: “nós vamos atrás de quem fez isso. Vamos atrás de quem usou minha voz com a Inteligência Artificial, vamos atrás de cada um de vocês, até para provar que é isto que eu quero combater”. E questiona: “quem tem coragem de criar um vídeo como este, em coragem para mais o que?”
Scheid prometeu ir atrás não só se quem criou, mas de quem está espalhando a falsa informação. No final, o tiro pode sair pela culatra e beneficiar o candidato atacado num nível dos mais baixos, numa campanha eleitoral.
ACIR LEMBRA MANDATOS DE RESULTADOS E DESTACA SUA EXPERIÊNCIA EM DEFENDER OS INTERESSES DE RONDÔNIA
“Considere quem tem experiência para defender nossa Rondônia em Brasília e cobrar solução para os problemas e execução de obras”. A frase é do candidato Acir Gurgacz, que exorta aos eleitores que vão escolher dois senadores neste domingo, optando por quem já fez muito pelo Estado, porque, define, “o Senado não é espaço para aventureiros de internet!”
Acir defendeu que um dos votos pode expressar a identificação do eleitor com os valores de um candidato, mas pediu que a escolha também leve em conta a capacidade de produzir resultados. Ele citou saúde, educação de qualidade, emprego qualificado e condições para empreender como prioridades para Rondônia.
“Pense bem nos teus dois votos, porque nessa época todo mundo chega aqui prometendo tudo”, afirmou. O candidato questionou, então, “se meus adversários entregaram resultados quando tiveram oportunidade ou se sabem fazê-lo”.
Acir lembrou sua passagem pelo Senado, que ele analisa como diferenciada. “Representar Rondônia exige credibilidade, conhecimento do funcionamento de Brasília, capacidade de elaborar projetos e acompanhamento das obras para que os recursos se convertam em benefícios à população. Eu já fiz isso. Agora pergunte se os outros candidatos fizeram”, disse.
Acir também chamou a atenção para a votação deste ano: cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado. Ao pedir um desses votos, reforçou seu pedido de voto e resumiu a mensagem da campanha: “votar com esperança, mas exigir de quem pede o voto experiência e resultados para Rondônia!”
LÉO MORAES COMEMORA PRIMEIROS ATENDIMENTOS DO NOVO HOSPITAL E DESTACA ESPERA DE QUASE 100 ANOS
Durante muitos anos, as promessas se avolumaram. Várias vezes a promessa de que Porto Velho deveria ter um hospital municipal foi feita, durante décadas. Só agora, muito tempo depois, a Capital dos rondonienses, finalmente, viu o sonho que parecia inalcançável se tornar realidade.
Isso ocorreu nesta semana, quando o prefeito Léo Moraes e a reitora da Unir, Marília Pimentel, descerraram a fita simbólica de abertura do novo Hospital Municipal de Universitário. Em seguida, começaram as primeiras dezenas de atendimentos, inicialmente de forma ambulatorial, enquanto os planos de ampliação do hospital e a instalação de 150 leitos até o final do ano que vem, prosseguem.
Num vídeo em suas redes sociais, Léo Moraes comemorou o evento. “Dia histórico! Iniciam os atendimentos no primeiro hospital universitário de Porto Velho e de Rondônia. Esse primeiro atendimento com as especialidades de oftalmologia, cardiologia e ortopedia, estão sendo realizados em uma parceria da Prefeitura, Agsus e Ministério da Saúde”, informou.
Mais adiante, Léo comenta que há ainda algo melhor: “caso, durante a consulta, o paciente precise de exames como Raio-X, Eletrocardiograma, exames laboratoriais, Tomografia e Ultrassom, estes já são realizados no local, o que faz parte da metodologia de oferta de cuidados integrados, o sistema OCI, do novo hospital.
No vídeo, o Prefeito destaca a abertura histórica do Hospital e faz questão de registrar sua agradecimento à Unir, “em nome da Reitora Marília Pimentel”, à AgSus, ao Ministério da Saúde e “a todos os envolvidos por mais de 100 anos em que esse hospital foi esperado pelos portovelhenses”.
A PURA HIPOCRISIA: MILIONÁRIOS DO BEM INVESTEM EM CANDIDATURAS DE ESQUERDA. OS OUTROS SÃO FASCISTAS!
O discurso é contra os ricos, os poderosos, os milionários. Mas não contra todos. Há os milionários do bem. Aqueles que apoiam financeiramente candidatos de esquerda. Vivam, na abundância e na riqueza, mas apoiam candidatos socialistas e que defendem uma sociedade igualitária, onde todos são pobres. O caso local que se destaca é de Neidinha Suruí, que está tentando disputar o Senado pelo PSB, partido de esquerda e que recebeu algo em torno de 350 mil reais de doadores entre os mais ricos do Brasil.
Neidinha tem um longo currículo, vários títulos superiores, é personagem conhecida em várias locais do mundo, por sua defesa principalmente nas questões ambientais. Alguns milionários, defensores da Amazônia, desde que sempre dos seus ricos escritórios, com o ar condicionado a mil, a tem como figura que merece todo o apoio.
A maior doação da campanha de Neidinha (ainda pendente na Justiça Eleitoral) foi do empresário Pedro Godoy, dono do Grupo Amil de planos de saúde, que doou 150 mil reais. Logo em seguido veio o milionário João Moreira Sales, dono do Banco itaú e cineasta renomado, que entrou com outros 100 mil reais.
Já as irmãs Moreau (Mariana e Gisele) do antigo Banco da Bahia, também no rol dos milionários brasileiros, enviaram 100 mil reais para a campanha de Neidinha Suruí.
Ou seja, os milionários do bem ajudam o pessoal da esquerda. Já os que mandam dinheiro para candidatos da direita, representam o mal, são filhotes da ditadura; fascistas e uma vergonha para o Brasil.
Este é o Brasil da hipocrisia, que vivemos hoje, também quando se trata de lados para a decadente política brasileira.
É A HORA DE BUSCAR A SALVAÇÃO DO BRASIL PELO VOTO: O DOMINGO VAI DECIDIR O QUE QUEREMOS PARA NOSSO PAÍS
Tem algo muito especial em jogo, nesta eleição, além do brasileiro decidir se optará pelo abismo ou pela esperança. Escolher os congressistas (Câmara Federal e Senado) pode ser tão vital para o futuro da Nação quanto escolher quem vai comandar a Nação.
É bom que o rondoniense faça sua parte, embora nossa bancada seja muito pequena, escolha a dedo não só quem vai sentar nas oito cadeiras da Câmara, mas principalmente os dois senadores. Se não houver mudanças profundas no Congresso Nacional, o que está acontecendo hoje, lamentavelmente, vai continuar.
O raciocínio vale para todo o país, claro, ainda mais para as grandes bancadas da Câmara e o mesmo número, dois, de membros do Senado. Haverá uma renovação de 54 cadeiras. Se o que está lá for mantido, não importa o que acontecerá com a eleição presidencial: o mesmo sistema que caminha para ser cada vez mais putrefato vai continuar.
Eleger candidatos decentes, gente que pode melhorar o país; que não se envolva em corrupção e negociatas; que exija punição a bandidos e criminosos; que não aceite um Judiciário parcial e que ignora a Constituição é obrigação dos eleitores que querem um país decente.
O voto é a única arma! Não há outro caminho para mudarmos o nosso país pelas vias democráticas. A hora é neste domingo, a partir das sete da manhã aqui em Rondônia e uma hora depois no resto do Brasil.
NA HORA DA URNA, O QUE PODE E O QUE NÃO PODE E A ORDEM DE VOTAÇÃO NOS SEIS VOTOS NOS CANDIDATOS ESCOLHIDOS PELO ELEITOR
Está chegando a hora de votar. Falta muito pouco. Além de ter consciência de que seu voto pode melhorar ou piorar sua vida, da sua família, dos seus amigos, da sua cidade, do seu país, é importante saber o que pode ou não fazer ao chegar na seção eleitoral. Pode usar camiseta com o nome e número do candidato, mas desde que seja uma demonstração individual. Em grupo não pode. Não pode pedir voto na boca de urna. Pode fazer demonstração silenciosa de quem está apoiando.
Outras duas informações importantes: É proibido entrar na cabine de votação com celular e portar armamentos a menos de cem metros da seção eleitoral. Os mesários são impedidos de usar vestimentas ou objetos que caracterizem propaganda de partido político, federação, coligação ou candidatos. Distribuir camisetas, descartar panfletos em vias públicas e fazer boca de urna e toda e qualquer propaganda eleitoral, também são vetados no dia da eleição.
Na cabine, o ideal é levar uma “cola”, com os números e nomes dos candidatos, para não se perder ou esquecer alguém. O eleitor vai escolher, em primeiro lugar, seu candidato a deputado federal. São quatro números. Depois, vota no nome que escolheu para deputado estadual. Cinco números.
A seguir, são dois votos para o Senado. Cada um dos nomes escolhidos é representado por três números. O quinto voto é para Governador, com dois números. O último voto é para Presidente da República, também com dois votos.
É bom lembrar que o horário de votação em Rondônia começa e termina com uma hora a menos de Brasília. Ou seja, a votação abre às 7 horas da manhã e termina às 16 horas, ou seja, quatro da tarde.
EM NEW YORK, PRESIDENTE DA FIERO DEFENDE COMPROMISSOS CLIMÁTICOS COM CRESCIMENTO ECONÔMICO
A conversão de compromissos climáticos em investimentos econômicos diretos. Esta questão foi a essencial defendida pelo presidente da Federação das Indústrias de Rondônia, a Fiero, durante a Semana do Clima de New York. Marcelo Thomé destacou que “para Rondônia, o debate abre oportunidades em áreas como mercado de carbono, fortalecimento das cadeias de bioeconomia, produção de biocombustíveis e resiliência de infraestrutura urbana e logística”.
Thomé prosseguiu: “a grande mensagem que levamos da Semana do Clima é que todos os atores caminham para a mesma direção: a agenda de implementação. Não há mais espaço para discussões sem entregas efetivas. É isso que defendemos por meio da CNI, da Fiero e do Instituto Amazônia+21. Precisamos transformar a pauta climática em geração de emprego, renda e novos negócios para a nossa região”, defendeu.
Durante a programação em Nova York, Thomé, como vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinou um Memorando de Entendimento com o Conselho de Relações Econômicas Externas da Turquia. A parceria estabelece uma ponte contínua de cooperação entre o setor privado internacional e as próximas conferências da ONU, com foco em transição energética, inovação industrial e atração de capital estrangeiro para projetos de impacto.
Ainda na condição de presidente do Business Council da Sustainable Business COP (SB COP), coalizão global que reúne mais de 120 organizações e mobiliza cerca de 55 milhões de empresas, e à frente do Instituto Amazônia+21, iniciativa da indústria voltada ao desenvolvimento socioeconômico e ambiental da região, Marcelo Thomé participou de diálogos de alto nível com CEOs globais, fundos e governos, durante o evento em New York.
PERGUNTINHA
Qual sua opinião sobre a mais recente declaração polêmica do presidente Lula de que meninas de dez anos estão acostumadas a serem tocadas, o que causou grandes protestos entre seus adversários, embora os aliados digam que ele foi mal interpretado?


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