Boataria – Os bastidores da política estão em ebulição tendo como assunto de ponta a futura equipe do governador-eleito, o senador Marcos Rogério, que preside o PL no Estado. Rogério é um político com enorme experiência política, apesar de jovem. Já foi vereador, deputado federal e senador. Agora foi eleito governador. Antes de eleger ao governo, Rogério teve várias experiências em cargos legislativos e, a partir de 6 de janeiro do próximo ano terá pela frente um enorme desafio, que é governar a jovem Rondônia, Estado que está em franco desenvolvimento e exige um governo ousado e organizado, empreendedor. A expectativa é positiva, porque Marcos Rogério se elegeu no primeiro turno com 56.88% dos votos válidos, mesmo tendo a “máquina” do governo contra e enfrentando adversários considerados de enorme peso eleitoral, como os ex-prefeitos Hildon Chaves (UB), de Porto Velho (dos mandatos seguidos), e Adailton Fúria (PSD), também com dois mandatos consecutivos e que ficou na segunda colocação. Fúria teve apoio do atual governador Marcos Rocha (PSD).
Equipe – A posse que antes era no primeiro dia do ano seguinte às eleições, em 2027 será em 5 e 6 de janeiro de 2027. A Justiça Eleitoral tem até o dia 18 de dezembro para diplomação dos eleitos. Também se comenta com muito destaque nos bastidores, que poderá ocorrer mudanças na composição da futura legislatura. Há processos tramitando na Justiça Eleitoral e a possibilidade de parlamentar reeleito e eleito não assumir não estaria descartada. Como são conjunturas, não há como afirmar de como será a composição da futura legislatura estadual, situação que não seria diferente na formação do grupo de deputados federais. O bom senso recomenda, que até as posses do futuro governador, dois dos três senadores, dos oito deputados federais, e vinte e quatro estaduais, muita água irá passar embaixo da ponte. E que a intensidade não será amena. Quem viver verá...
Deputados – Dois deputados estaduais disputaram outros cargos eletivos nas eleições de 4 de outubro. O delegado Rodrigo Camargo (Podemos-Ariquemes) foi eleito vice-governador de o senador Marcos Rogério (PL), eleito governador, e Cirone Deiró (UB-Cacoal), concorreu como vice de Hildon Chaves (UB) e não obteve sucesso. Ezequiel Neiva (UB-Cerejeiras) não entrou na disputa, porque está inelegível, mas o filho Wiveslando foi eleito deputado estadual. Os demais 21) concorreram à reeleição, e 15 conseguiram um novo mandato. A princípio, caso não corra mudanças na Lei Eleitoral em 2027, teremos eleições municipais (prefeito e vereador) em outubro de 2028, mas não estaria descartada a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos em mais dois anos e, a partir de 2030 os mandatos executivos (presidente da República, governadores e prefeitos) passarem a ser de 5 anos, mas sem reeleição.
Futuro – Caso os mandatos dos prefeitos atuais sejam prorrogados por mais dois anos, porque estaria descartado um mandato tampão de dois anos com eleições municipais em 2028, para os atuais prefeitos, que foram eleitos em 2024. A meta seria coincidir com as eleições gerais de 2030, como estaria sendo formatado há tempos, mas com chances enormes de sucesso. A situação dos políticos, que não conseguiram mandatos este ano ficaria bem comprometida, pois só teriam chances de participar do processo político-eleitoral em 2030 com as eleições gerais a presidente da República, governadores, deputados (federal, estadual), prefeitos e vereadores. Restaria saber como ficarão os senadores, que hoje têm mandatos de 8 anos, se seriam reduzidos para cinco, ou ampliados para dez. A definição ser formalizada no próximo ano.
Deputados II – Além de os deputados Cirone e Neiva, que concluirão os mandatos em 31 de janeiro de 2027, com a aprovação das mudanças na Lei Eleitoral, os deputados Ribeiro do Sinpol (PRD-PVH), Eyder Brasil (PSD-PVH) Gislaine Lebrinha (PRD-São Francisco do Guaporé) e Yeda Chaves (UB-PVH), caso decidam permanecerem na política, terão que esperar até as eleições gerais, que seriam realizadas em 2030, sempre alertando para o caso de mudanças na legislação eleitoral, como se está previsto. Quatro anos sem participação no processo eleitoral é um tempo muito longo para quem pratica e gosta de política ter que esperar. É bem provável, que os políticos, que não conseguiram mandato este ano só voltem a manter contato com o eleitorado em 2030. É o preço da derrota nas urnas este ano.
Respigo
Em uma das colunas da semana um dos assuntos foi sobre a predominância do nome Marcos, na política regional, nas nas últimas eleições. O atual governador é Marcos Rocha, que está no segundo mandato seguido, e o próximo, eleito em 4 de outubro é o senador Marcos Rogério, que preside o PL no Estado +++ A atenta leitora e ex-colega de trabalho a competente jornalista Veronilda Lima acrescentou mais uma curiosidade. Os dois sobrenomes (Rocha e Rogério) começam com a letra “R”, de Rondônia +++ Há rumores que a deputada federal Sílvia Cristina, presidente regional do PP ocupe algum cargo no futuro governo Marcos Rogério. Pessoas ligadas a ela dizem que tudo não passa de especulação +++ Mirassol e Internacional jogam hoje (16), às 20 horas pelo Campeonato Brasileiro. No sábado (17) a rodada é bem mais extensa +++ Estarão se enfrentando Botafogo e Chapecoense, no Engenhão, às 17 horas, e Atlético (MG) e Coritiba, às 17h30, na Arena do Galo +++ Em Curitiba o Atlético (PR) enfrentará o vice-líder do Brasileirão, o Palmeiras, às 18h30. A rodada no sábado será encerrada com São Paulo e Vasco, às 21h, no Morumbis.
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