A deputada federal e candidata ao Senado por Rondônia, Sílvia Cristina (PP), reforçou sua posição em defesa da transparência e da fiscalização ao cobrar o avanço da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar as fraudes envolvendo o Banco Master.
Sílvia está entre os parlamentares que assinaram o pedido de criação da CPMI, protocolado no início de fevereiro, e agora cobra do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, uma providência para que a investigação possa efetivamente começar.
“Assinamos com outros deputados e senadores, o pedido de criação da CPMI, mas não avançou nada. Infelizmente, o presidente Alcolumbre sequer fez a leitura do pedido em plenário. Somente após a leitura é que pode ser instalada de fato a Comissão e definidos os membros”, afirmou Sílvia.
Para Sílvia Cristina, o Congresso Nacional não pode se omitir diante das sucessivas revelações envolvendo o caso. A parlamentar defende que a CPMI tenha liberdade para investigar responsabilidades e chegar a todos os envolvidos, independentemente de posição política, influência ou poder econômico.
A leitura do requerimento em plenário é necessária para que a comissão avance para a fase de instalação. A partir daí, serão definidos presidente e relator, além dos 15 senadores e 15 deputados indicados pelos partidos para integrar o colegiado. A previsão é de 180 dias para a conclusão dos trabalhos.
Ao defender a investigação, Sílvia também reafirma uma postura que pretende levar ao Senado: fiscalização, independência e cobrança firme quando houver suspeitas envolvendo recursos, instituições ou interesses públicos.
“O povo brasileiro assiste estarrecido que, a cada dia, um novo escândalo envolvendo caso banco Master e eu assinei para que haja apuração, doa a quem doer, passando esse caso a limpo e punindo quem tiver culpa no cartório”, arrematou.


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