O que fez então os EUA e Irã se tornassem inimigos declarados?
CARO LEITOR, como antecipado na coluna de ontem (02), o ataque coordenado dos EUA e Israel ao Irã merece uma reflexão geopolítica. A primeira coisa que precisamos compreender são as relações diplomáticas entre os EUA e a República Islâmica do Irã. Durante boa parte do século XX, os dois países eram próximos aliados. Daí a pergunta: O que fez então os EUA e Irã se tornarem inimigos declarados? Os conflitos começaram na discussão pelo Acordo Nuclear internacional e as sanções econômicas. Por conseguinte, o Irã se envolveu em uma série de ataques aos seus inimigos no Oriente Médio como tentativa de retomar sua influência na região. Neste caso, vale destacar que os aliados iranianos são grupos contrários aos governos atuais, na sua grande maioria formados por grupos terroristas como Hezbollah, Hamas, Houthis, Curdos iraquianos etc. A principal justificativa do presidente Donald Trump (Republicanos) para atacar o Irã era defender o povo americano dos grupos terroristas e da ameaça nuclear. Contudo, o ataque parece uma cortina de fumaça para esconder o escândalo do caso Epstein e influenciar nos resultados das eleições parlamentares de meio de mandato presidencial dos EUA. Essas são geralmente vistas como um referendo sobre a atuação do presidente em exercício e/ou do partido no poder.
Popularidade
O presidente Donald Trump (Republicanos) segue com a popularidade em baixa por conta dos indicadores econômicos, o escândalo do caso Epstein e não cumprir a sua principal promessa de campanha: reindustrializar os EUA.
Avaliar
As eleições parlamentares no meio do mandato presidencial nos EUA funcionam como um plebiscito para avaliar a atuação do presidente em exercício e/ou do partido no poder. Nas eleições parlamentares deste ano, segundo pesquisas, o partido Democrata deve ganhar com uma boa vantagem.
Observar
Na coletiva de ontem (02), basta observar a cara do presidente Donald Trump (Republicanos) que toda a arrogância e prepotência foram para o espaço em relação ao recuo do Irã, ou seja, se render em dois e no máximo, em cinco dias.
Resposta
A morte do aiatolá Ali Khamenei no bombardeio dos EUA e Israel ao Irã uniu o país dividido e teve resposta imediata iraniana com a destruição das bases militares estadunidenses nos países fronteiriços com o Irã.
Chamas
Os EUA assistem de joelhos a todas as bases em chamas e as refinarias e petroleiras estadunidenses no Oriente Médio sendo explodidas. Além de centros financeiros como Dubai em chamas. Deu ruim e, dessa vez, Trump pegou em bomba.
Solução
O Itamaraty condenou os ataques realizados pelos EUA e Israel. Por sua vez, defendeu uma solução diplomática para o fim do conflito. Já o presidente Lula (PT-SP) deve negar o convite do presidente Donald Trump para que o Brasil integre o Conselho de Paz da ONU.
Atacar
Falando em solução, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas manifestações Acorda Brasil na Avenida Paulista no domingo (1°/3), voltaram a atacar o Supremo Tribunal Federal e o ministro Alexandre de Moraes. Repetindo o discurso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ).
Bolo
A direita e a extrema-direita no Brasil precisam compreender que a solução do Brasil não é atacar as instituições democráticas no país, a exemplo do STF. A solução do Brasil é dividir o bolo, como já prometia o ministro da Economia Delfin Neto na época do Regime Militar. Delfin dizia: “Vamos crescer o bolo para depois dividir!”
Educação
O senador Confúcio Moura (MDB) voltou a defender pesados investimentos em educação por ser capaz de transformar realidades. Segundo Confúcio, Rondônia vive um momento histórico com investimentos anunciados pelo Ministério da Educação no âmbito estadual.
Intermediação
A intermediação do senador Confúcio Moura (MDB) em Brasília resultou na vinda do ministro da Educação Camilo Santana para anunciar investimentos na Educação, a exemplo da conclusão do Teatro da Unir no campus de Porto Velho, o Restaurante Universitário em Rolim de Moura e a construção do IFRO em Buritis.
Lançou
Falando em educação, o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD), lançou a atual secretária de Educação daquele estado, a professora rondoniense Fátima Gavioli, candidata a deputada federal concorrendo por Goiás por motivos óbvios: transformou a realidade da educação do Goiás, ultrapassando o Paraná.
Percorreu
O senador Marcos Rogério (PL) em pré-campanha para o governo do estado, percorreu no final de semana o Travessão B-65 em Ariquemes. O trecho está localizado na saída da RO-257, sentido Rio Crespo, após a Ponte do Rio São João. Rogério em post nos storys do Instagram, defendeu a pavimentação asfáltica do travessão.
Pede
O deputado estadual Alex Redano (Republicanos) sempre pede intervenção do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) para recuperar o travessão B-65 em Ariquemes por ser um corredor do agronegócio em escala local.
Audiência I
A audiência pública para debater os impactos financeiros da concessão da BR-364, promovida pelo deputado Alan Queiroz (Podemos) na tarde de ontem (02) na Assembleia Legislativa (ALERO), contou com a presença de autoridades convidadas e interessados no assunto. Alan disse que a concessão já aconteceu e a discussão é com ênfase nos impactos financeiros causados à população rondoniense com a cobrança dos pedágios e formular encaminhamentos.
Audiência II
Para debater os impactos financeiros causados pela concessão da BR-364, se fizeram presentes o Procurador da República Leonardo Trevisani, a promotora de justiça Daniela Nicolay, o prefeito de Rio Crespo Eder da Silva, o gestor de contratos da ANTT Marcelo José, o representante da concessionária da Nova BR 364 João Siqueira, o deputado estadual delegado Rodrigo Camargo (Republicanos) e o vereador de Monte Negro Thonatan Libarde (Novo), além de outros.
Comenda
Na tarde de ontem, (02), o governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (PSD), concedeu ao deputado estadual Cássio Gois (PSD) em solenidade no Teatro Palácio das Artes, a comenda da Ordem do Mérito Marechal Rondon, a mais alta honraria do Estado em reconhecimento aos relevantes serviços prestados por Cássio Gois ao desenvolvimento de Rondônia.
Convite
O presidente estadual do partido União Brasil Júnior Gonçalves e o deputado federal Maurício Carvalho (União) convidaram o prefeito de Vilhena, delegado Flori, atualmente filiado no Podemos, para se filiar ao União Brasil. Flori não negou o convite e pediu um tempo para pensar.
Momentos
O prefeito de Vilhena, delegado Flori (Podemos), teve seu nome lançado como candidato do Podemos a governador em dois momentos pelo prefeito Léo Moraes (Podemos), bem como o nome do deputado estadual Rodrigo Camargo, ainda filiado ao Republicanos, como candidato a senador da legenda.
Lançou
Antes mesmo de formalizar a sua saída do Republicanos na janela partidária para se filiar ao Podemos, o delegado Rodrigo Camargo (Republicanos) anunciou sua pré-candidatura ao governo pelo Podemos, segundo ele, com aval do prefeito Léo Moraes (Podemos), quebrando o acordo político com o prefeito de Vilhena, delegado Flori (Podemos).
Biografia
O prefeito Léo Moraes (Podemos) segue em silêncio em relação à quebra do acordo político previamente existente da chapa majoritária do Podemos envolvendo o filiado da legenda, prefeito de Vilhena, delegado Flori (Podemos), e o futuro filiado, delegado Rodrigo Camargo (Republicanos). O episódio será mais um acordo quebrado para a biografia política de Léo?
Desfiliação
A Justiça Eleitoral reconheceu as cartas de anuência emitidas pelo partido Agir e PRTB em relação à desfiliação partidária dos vereadores Jeovane Ibiza (AGIR) e do pastor Evanildo Ferreira (PRTB). Ambos são candidatos a deputado estadual e federal, respectivamente, nas próximas eleições de outubro.
Sério
Falando sério, em coletiva à imprensa, o presidente Donald Trump (Republicanos) sintetizou quatro objetivos principais da guerra com o Irã. Seriam eles: destruir a capacidade de fabricação de mísseis; aniquilar a marinha iraniana; impedir que obtenha armas nucleares e acabar com o financiamento iraniano de grupos terroristas na região. Até o presente momento, Trump não avançou em nenhum dos seus objetivos e antigos países aliados, a exemplo do Brasil, não demonstram querer se envolver no conflito.



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