Publicada em 12/02/2026 às 15h41
A reforma trabalhista promovida pelo presidente argentino Javier Milei foi aprovada no Senado na madrugada de quinta-feira (12) e agora segue para a Câmara dos Deputados.
Com 42 votos a favor e 30 contra, o texto será debatido nos próximos dias pelos deputados, que ainda podem rever a proposta.
O projeto flexibiliza contratos, reduz indenizações, facilita demissões e limita direitos, entre outras mudanças. (Saiba mais abaixo).
Protestos
A proposta de Milei foi motivo de tumulto no país. Nesta quarta (11), manifestantes e policiais entraram em confronto durante um protesto contra a reforma.
Segundo a imprensa local, ao menos quatro agentes de segurança ficaram feridos e duas pessoas foram presas.
Segundo o jornal Clarín, as tensões começaram por volta das 15h, quando policiais tentaram confiscar bandeiras de ativistas de esquerda. Os agentes também lançaram spray de pimenta.
Mais tarde, houve novo confronto perto da Praça do Congresso. Manifestantes atiraram pedras, garrafas e outros objetos contra policiais. O Clarín registrou ainda a preparação de coquetéis molotov.
Segundo a imprensa local, a polícia voltou a usar spray de pimenta e acionou um caminhão com canhão d’água. Manifestantes derrubaram uma cerca. As forças de segurança também dispararam balas de borracha.



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