Crianças e adolescentes estão recebendo este mês orientações sobre violações de direitos na infância e adolescência, entre elas a violência sexual. A ação é desenvolvida pelo Núcleo Psicossocial de Apoio às Crianças e Adolescentes Vítimas de Crimes em alusão ao Maio Laranja, mês em que se combate o abuso e à exploração sexual infantil no Brasil. Alunos da rede pública estão recebendo o projeto Miracema, que leva orientações sobre conscientizaçã e prevenção.
O juiz titular da Vara de Crimes contra crianças e adolescentes, Flávio Henrique de Melo, também conversou com os alunos. O juiz titular da Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes, Flávio Henrique de Melo, também participou do encontro e conversou com os alunos. “A informação é a principal ferramenta de prevenção. Nosso objetivo é conscientizar e formar multiplicadores para fortalecer a rede de proteção”, destacou.
Realizado desde 2017, o projeto é realizado de forma permanente. Durante o mês de maio as ações serão intensificadas em escolas da capital. Nos dias 11 e 18 de maio, as atividades serão realizadas no Instituto Federal de Rondônia, Campus Zona Norte. Com os alunos, a metodologia utilizada é a roda de conversa, abordando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e os diversos tipos de violência, especialmente a sexual, promovendo interação entre os adolescentes e os profissionais.
No dia 15 de maio, será oferecida a oficina “Pipo e Fifi” no Colégio Tiradentes Unidade I, voltada para crianças do ensino fundamental. O objetivo é, de forma lúdica, explicar sobre as partes íntimas e os limites do toque, utilizando os bonecos Pipo e Fifi e diferenciando os “toques do sim” e os “toques do não”.
Já no dia 26 de maio, será realizada uma palestra destinada a orientadores escolares e agentes de saúde no município de Candeias do Jamari, com foco na prevenção, defesa e responsabilização em casos de violações dos direitos de crianças e adolescentes.
As ações do Projeto Miracema acontecem não apenas durante o "Maio Laranja", mês de conscientização e combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, mas ao longo de todo o ano na zona urbana de Porto Velho, sendo que, no segundo semestre, as atividades também serão realizadas nos distritos da Comarca.



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