A situação do Forte Príncipe da Beira, um dos mais importantes patrimônios históricos de Rondônia e do Brasil, voltou a chamar atenção após um vídeo publicado pelo empresário e pecuarista Fernando Vilas durante visita ao local.
Nas imagens, Fernando demonstra indignação com o estado de conservação do monumento histórico, construído em 1775, às margens do rio Guaporé, no município de Costa Marques. O forte, que é frequentemente utilizado como símbolo histórico do estado em materiais institucionais e livros escolares, apresenta sinais de deterioração, presença de mato alto e dificuldades de acesso.
Durante o vídeo, Fernando Vilas ressalta que o forte representa um capítulo importante da história da região e questiona a falta de investimentos para preservação e valorização do patrimônio.
“Isso aqui é história do estado de Rondônia. A gente vê nos livros, nas apresentações, nas fotos que mostram o estado para fora. Mas quando a gente chega aqui, encontra essa realidade”, afirma.
Segundo ele, em diversos países do mundo estruturas históricas como essa recebem investimentos e se tornam grandes pontos turísticos, atraindo visitantes e gerando renda para a população local.
O empresário também destacou que, com infraestrutura adequada, melhorias de acesso e investimento em turismo histórico, o Forte Príncipe da Beira poderia se transformar em um importante destino turístico da região Norte, recebendo visitantes do Brasil e até do exterior.
Fernando Vilas é empresário, pecuarista e pré-candidato a deputado federal. Ele é considerado um empresário de destaque na região Norte, sendo proprietário de uma das maiores indústrias de bebidas da região, responsável por marcas como Blue Ray, Frisky, Purágua e Tampico. A indústria possui presença em cinco estados e gera mais de 330 empregos diretos, impactando diretamente centenas de famílias.
Além da atuação empresarial, Fernando também possui histórico de participação em iniciativas sociais e no desenvolvimento regional. Ele é um dos fundadores da AMAAR (Associação de Mães de Autistas de Ariquemes e Região) e já atuou como presidente da ACIA (Associação Comercial e Industrial de Ariquemes), onde participou de pautas ligadas ao fortalecimento do comércio e do empreendedorismo.
Ao final do vídeo, ele reforça a necessidade de valorização do patrimônio histórico do estado.
“Em qualquer lugar do mundo, isso aqui seria uma estrutura de primeiro mundo para visitação. Mas aqui estamos deixando uma riqueza dessa se perder. Rondônia precisa acordar”, concluiu.



Comentários
Seja o primeiro a comentar!