Publicada em 03/01/2026 às 08h48
A detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro, ocorrida na madrugada deste sábado (3), teria sido executada por integrantes da Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela emissora americana CBS News, que citou um oficial das forças armadas norte-americanas como fonte.
Conhecida por atuar em missões de alta complexidade, a Delta Force é especializada em operações de contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e missões de reconhecimento, geralmente direcionadas a alvos considerados de alto valor estratégico. Segundo a reportagem da CBS, equipes dessa unidade participaram diretamente da operação que resultou na captura do líder venezuelano.
Do lado venezuelano, o governo afirmou não ter informações sobre o paradeiro de Nicolás Maduro nem de sua esposa, Cilia Flores. A declaração foi feita pela vice-presidente Delcy Rodríguez na manhã deste sábado, por meio de um áudio transmitido pela televisão estatal. Na mensagem, ela exigiu uma comprovação imediata de que ambos estão vivos. “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, afirmou Rodríguez.
Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente a captura. Em uma publicação em rede social, ele declarou que as forças americanas realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e que Maduro foi detido durante a ação. Trump afirmou ainda que o presidente venezuelano e sua esposa foram retirados do país por via aérea.
Segundo Trump, a operação contou com a atuação conjunta das forças de segurança dos Estados Unidos. Apesar da confirmação da captura, o presidente norte-americano não informou para onde Maduro e Cilia Flores foram levados após serem retirados do território venezuelano.
O presidente dos EUA também anunciou que mais informações sobre a operação serão divulgadas em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília. Até o momento, não foram apresentados detalhes adicionais sobre o desfecho da ação nem sobre o destino do casal presidencial venezuelano.



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