Prof. Me. Herbert Lins – MTE 1143
Chega de promessas: é hora de entregar resultados.
CARO LEITOR, as pesquisas de opinião registradas e de consumo interno, em âmbito nacional e estadual respectivamente, revelam uma mensagem cristalina: o eleitor quer viver com segurança, ser atendido com dignidade na saúde e ver o dinheiro público protegido da corrupção. Neste caso, não se trata de promessas novas, mas de prioridades permanentes que continuam sem respostas à altura ao contribuinte. A população espera governantes capazes de enfrentar o crime com inteligência e firmeza, reduzir filas e ampliar o acesso aos serviços de saúde, além de adotar mecanismos efetivos de transparência e punição aos corruptos. A eleição é o momento de transformar essa cobrança em decisão. Cabe ao cidadão avaliar propostas, histórico e compromisso de cada candidato. Votar com consciência é o primeiro passo para exigir resultados e construir um Estado mais seguro, eficiente e íntegro.
Segurança
Segurança pública não é bandeira de direita ou de esquerda; é o direito de quem sai para trabalhar e quer voltar para casa. O eleitor precisa cobrar propostas viáveis, resultados concretos e tolerância zero com o crime. Chegou a hora de transformar indignação em voto consciente.
Saúde
Saúde não pode ser medida pelo tamanho da fila, mas pela rapidez do atendimento. O eleitor precisa exigir gestão eficiente, prevenção e respeito ao paciente. Chegou a hora de votar em quem entrega resultados, não apenas discursos.
Corrupção
Corrupção não desvia apenas dinheiro; rouba hospitais, escolas e a confiança do cidadão. Quem pede seu voto deve aceitar fiscalização e prestar contas. O combate à corrupção começa na urna. Vote com memória, não com promessas.
Resultados
A pré-candidata ao Senado, Silvia Cristina (PP), transformou a saúde, o combate ao câncer e apoio às APAEs em marcas do seu mandato. Com recursos destinados a municípios e entidades, construiu uma trajetória pautada pela entrega de resultados.
Trajetória
Na Câmara, Silvia Cristina (PP) defendeu mais investimentos para a segurança pública por meio de discursos e propostas legislativas. Sua trajetória também é marcada pela ausência de denúncias envolvendo mau uso de recursos públicos.
Escolhido
Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o pré-candidato ao Senado Bruno Bolsonaro Scheid (PL) tem concentrado sua atuação na defesa da segurança pública e no fortalecimento do combate à corrupção.
Recursos
Na pré-campanha, Bruno Bolsonaro Scheid (PL) afirma que, se eleito senador, buscará recursos para ampliar o saneamento básico e o acesso à água tratada. Para ele, investir em prevenção é fortalecer a saúde pública.
Atuação
O deputado federal Fernando Máximo (PL), médico e ex-secretário de Saúde na pandemia do Covid-19, chega à pré-campanha ao Senado com forte ligação ao campo neopentecostal. Em Brasília, porém, teve atuação tímida para liberar emendas à saúde.
Missão
Escolhido por Marcos Rogério para disputar o Senado, Fernando Máximo tem a missão de sucedê-lo em Brasília. O desafio será demonstrar, caso eleito, a mesma capacidade de articulação e protagonismo que Rogério exibiu na defesa das pautas da direita no Congresso Nacional.
Repetir
A ex-deputada federal Mariana Carvalho (Republicanos) na Câmara dos Deputados construiu uma atuação marcada pelo envio de recursos aos municípios. Com o recall de duas disputas majoritárias, enfrenta críticas de lideranças políticas experientes por repetir estratégias que, na avaliação deles, contribuíram para derrotas anteriores nas urnas.
Acumula
O senador Confúcio Moura (MDB), aliado do presidente Lula (PT-SP), acumula entregas e influência política em Brasília. Ainda assim, divide com a bancada federal o desgaste provocado pela concessão da BR-364 e pelo alto custo do pedágio para os rondonienses.
Alinhadas
As pré-candidatas ao Senado Rosângela Cipriano e Neidinha Suruí, do PSB, e Luciana Oliveira, do PT, defendem plataformas alinhadas ao campo da esquerda. Se eleitas, a expectativa é que priorizem essas pautas em sua atuação no Congresso Nacional.
Debate
Os pré-candidatos ao governo Hildon Chaves (União), Marcos Rogério (PL), Adailton Fúria (PSD), Expedito Netto (PT), Samuel Costa (PSB), Pedro Abib (MDB) e Luiz Teodoro (PSOL) têm colocado saúde, segurança pública e combate à corrupção no centro do debate eleitoral.
Alinhamento
Expedito Netto (PT), Samuel Costa (PSB), Pedro Abib (MDB) e Luiz Teodoro (PSOL) defendem propostas para saúde, segurança e transparência na gestão. Em graus distintos, suas candidaturas também demonstram maior alinhamento político com as pautas do governo Lula.
Experiência
Com a experiência de oito anos à frente da Prefeitura de Porto Velho, Hildon Chaves (União) defende a construção do novo Hospital João Paulo II. Sustenta que a obra depende de gestão austera, eficiência administrativa e combate à corrupção.
Ampliará
Hildon Chaves afirma que, se eleito governador, ampliará os investimentos em segurança pública e fortalecerá o combate à corrupção. Sustenta essa proposta na experiência como promotor de Justiça e ex-prefeito de Porto Velho.
Sinalizando
Ontem (7), em entrevista ao programa A Voz do Povo, da rádio Caiari, Hildon Chaves (União) afirmou que, se eleito governador, sentará com o prefeito Léo Moraes (Podemos) para definir as prioridades de investimento em Porto Velho, sinalizando diálogo institucional e revanchismo zero.
Fortalecer
Com experiência no Senado, Marcos Rogério (PL) sustenta sua pré-campanha em propostas para fortalecer a saúde e a segurança pública. Entre os compromissos anunciados está a construção do novo hospital de urgência e emergência de Porto Velho.
Confiança
Marcos Rogério (PL) tem defendido o fortalecimento dos órgãos de controle, mais transparência nos gastos públicos e rigor na fiscalização dos contratos. Sua proposta é reduzir espaços para a corrupção e ampliar a confiança na gestão estadual.
Jeitão
O ex-prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), afirma que levará ao Estado o modelo adotado no município do jeitão Fúria de governa. Destaca a abertura de três hospitais municipais e o reforço no transporte de pacientes como referência para sua proposta na saúde.
Âncora
O maior obstáculo de Adailton Fúria rumo ao segundo turno pode não estar na oposição, mas no próprio palanque. As declarações do vice-prefeito e agora prefeito Tony Pablo (PSD) e os apontamentos do TCE-RO sobre as contas de Cacoal durante a sua gestão, somados ao desgaste do fim do governo Marcos Rocha, pesam como uma âncora eleitoral.
Pergunta
Falando em âncora, fica a pergunta: qual é, afinal, a relação do secretário-chefe da Casa Civil, Elias Resende, com o empresário Marcos Amaral e com a empresa responsável pelos totens da SESDEC? Coincidência, proximidade ou apenas mais uma história à espera de explicações?
Reunindo
O café da tarde na casa do pré-candidato a deputado estadual Carlos Magno (SDD) continua reunindo lideranças, aliados e curiosos da política rondoniense. Entre uma xícara e outra, circulam análises, articulações e rumores que, não raro, antecipam os próximos movimentos do tabuleiro eleitoral.
Movimento
A Avenida do Hexa tem apelo turístico, mas as reclamações mudaram minha avaliação. Comerciantes do Mercado Central e da região relatam perda de acesso, queda no movimento e dificuldades para clientes e fornecedores. O projeto merece revisão paras próximas interdições do fluxo de veículos.
Dificuldades
Também preocupam as dificuldades de acesso à loja da Energisa e aos restaurantes no entorno do Complexo da Madeira-Mamoré. Eventos movimentam a economia e valorizam a cidade, mas nenhuma intervenção urbana deveria prejudicar quem gera emprego, renda e arrecadação.
Memória
O convênio entre o TJRO e a Prefeitura de Porto Velho para transformar a Praça João Nicoletti em Praça da Justiça reacendeu o debate sobre a preservação da memória histórica. Para críticos da mudança, a alteração apaga a homenagem a um clérigo que marcou Rondônia com obras como a Catedral, o Colégio Dom Bosco e o Hospital Tiradentes.
Perde
O bate-boca entre o presidente da EMDUR, Bruno Holanda, e o vereador Marcos Combate (Avante) expôs um problema maior: a falta de diálogo sobre o futuro da Praça João Nicoletti. Quando a política substitui o debate, a cidade inteira perde.
Solução
Patrimônio histórico não deve ser tratado como disputa de vaidades. Antes de trocar acusações, Executivo, Legislativo e o Judiciário deveriam ouvir a população, preservar a memória de Porto Velho e buscar uma solução que una justiça, história e bom senso.
Sério
Falando sério, há uma verdade que poucos políticos admitem: segurança, saúde e combate à corrupção rendem discursos, mas perdem espaço diante de interesses eleitorais e acordos de bastidores. Enquanto isso não mudar, o eleitor continuará ouvindo promessas e convivendo com velhos problemas.


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