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DECLARAÇÃO

Viúva de indigenista morto no Amazonas diz esperar retratação de Bolsonaro, Mourão e da Funai

Antropóloga Beatriz Matos participou de audiência pública no Senado e reclamou do tratamento dado ao caso pelo governo federal

Por G1
Publicada em 14/07/2022 às 14h36

Viúva do indigenista Bruno Araújo Pereira, a antropóloga Beatriz Matos participou de uma audiência pública no Senado nesta quinta-feira (12). Em depoimento à comissão externa criada para acompanhar as investigações, Beatriz reclamou do tratamento dado pelo governo federal ao tema.

"Gostaria que o presidente do Brasil [Jair Bolsonaro], o vice-presidente [Hamilton Mourão] e o presidente da Funai [Marcelo Xavier] tivessem que se retratar por declarações absurdas que fizeram. O presidente da Funai falou da ilegalidade da presença deles, o presidente disse coisas. É muito sério, é o presidente da república, o vice-presidente, o da Funai", declarou Beatriz.

"A família não recebeu uma palavra, a gente não teve nenhum apoio. O Bruno era um funcionário público muito comprometido com o trabalho, por isso que os servidores da Funai estão em greve. O presidente acusa o funcionário, ao invés de tomar pra si a indignação", prosseguiu.

Os corpos do indigenista Bruno Araújo e do jornalista britânico Dom Phillips foram encontrados em 15 de junho, dez dias após a dupla desaparecer em um trajeto pelo Vale do Javari, na Amazônia. Os dois partiram da Comunidade São Rafael rumo a Atalaia do Norte, mas não chegaram ao destino.

Quatro pessoas já foram presas suspeitas de envolvimento no crime. Antes de um dos suspeitos confessar o crime, Bolsonaro deu diversas declarações em que classificou a viagem de Bruno e Dom como uma "aventura".

A investigação já concluiu que Bruno Pereira foi morto por combater a pesca ilegal na reserva, e Dom acabou assassinado por estar junto a ele.

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Caso Bruno e Dom é enviado para a esfera federal

Liderança local cobra segurança

O ex-coordenador da União dos Povos do Vale do Javari (Unijava) e líder indígena Jader Marubo também participou da audiência no Senado. Durante a reunião, ele cobrou reforço da segurança na região e denunciou a falta de estrutura da Funai.

"A Funai precisa de estruturação completa, contingente maior de pessoas, logística, não temos embarcação de grande porte, as bases precisam de estrutura para o trabalho que cabe as eles, não tem recurso", declarou.

"Em campanha, Bolsonaro disse que ia ceifar a Funai, e hoje entendemos: ele desestruturou o local. E por causa dessa desestruturação, essa fala que ceifaria a Funai, essa forma, é diretamente atribuída a morte do Bruno. Se tivesse uma Funai forte, atuante, que fizesse o trabalho, hoje o Bruno estaria vivo."

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Justiça decreta prisão preventiva de quatro suspeitos no caso Bruno e Dom; Eliézio Marubo, da Unijava, defende justiça

Investigações

A polícia prendeu, até o momento, quatro suspeitos pelo assassinato de Bruno e Dom: os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como Pelado, e Oseney da Costa de Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Rubens Villar, o “Colômbia”.

Amarildo e Jeferson já confessaram o crime em depoimentos à PF e à Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

As duas polícias fizeram a reconstituição do caso na semana passada, e utilizaram embarcações possivelmente usadas no crime nas simulações. Jeferson também foi levado para as áreas ondes os crimes ocorreram. Além de serem mortos a tiros, Bruno e Dom foram esquartejados e tiveram os restos mortais enterrados.

Segundo informações obtidas com exclusividade pela Rede Amazônica, "Colômbia" foi espontaneamente até a unidade da PF em Tabatinga, município vizinho de Atalaia do Norte, justamente para "esclarecer" que não teria ligação com os assassinatos.

No momento da identificação na delegacia da PF, agentes constataram que o documento apresentado por "Colômbia" era falso. Ainda de acordo com fontes da PF, Rubens Villar teria pelo menos mais dois documentos falsos, um do Brasil e outro da Colômbia. A nacionalidade dele é peruana.

Desde o início das investigações do caso Bruno e Dom, relatos de moradores à imprensa ligam o nome de "Colômbia" à pesca ilegal na região.

Amarildo, a família dele e Jeferson atuavam com a pesca em Atalaia do Norte. Agora, a PF investiga se "Colômbia" empregava Amarildo, Oseney e Jeferson e qual a relação do estrangeiro com a pesca na região.

Em depoimento, o homem disse que possui apenas "relação comercial" com pescadores da região, e que não adquiria pescados ilegais.

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