O documento está sendo duramente criticado pela classe dos trabalhadores em educação e pela sociedade que teve acesso às informações através das redes sociais
Débora de Souza Pereira chamou Osvaldo Florindo da Costa de “vagabundo” e “à toa” na tribuna da Câmara; Turma Recursal rejeitou imunidade parlamentar e acórdão foi mantido mesmo após intervenção do STF