SAÚDE Ministério da Saúde não entrega CoronaVac, e Rio deixa de vacinar crianças de 3 e 4 anos Publicada em 26/10/2022 às 09:02 Por falta de remessas do Ministério da Saúde, a Prefeitura do Rio de Janeiro interrompeu nesta quarta-feira (26) a vacinação contra a Covid para os carioquinhas de 3 e 4 anos. Somente 28% dessa faixa etária recebeu uma dose da CoronaVac, na prática a única disponível para esse grupo. Há um mês, a Anvisa liberou a aplicação da Pfizer para pequenos entre 6 meses e 4 anos, mas o Ministério da Saúde ainda não deu qualquer estimativa de compra ou distribuição desse imunizante. No último dia 13, conforme nota obtida pelo g1, a pasta informou que liberaria o uso apenas para crianças com comorbidades, apesar de a Anvisa e a fabricante não terem feito quaisquer restrições. O governo de Jair Bolsonaro (PL) não disse quando receberá e qual o total de vacinas específicas da Pfizer para esse público. Rio foi pioneiro O Rio foi a primeira capital a aplicar a primeira dose da CoronaVac para crianças de 3 a 4 anos. Desde 15 de julho, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, foram imunizados cerca de 46 mil meninos e meninas. Restam 116 mil carioquinhas a proteger com a primeira dose. A aplicação da segunda dose para os 46 mil está garantida, pois a vacina foi reservada especificamente para esse fim. O que diz o Ministério da Saúde Em nota, o Ministério da Saúde informou estar “em tratativas com o laboratório para aquisição de mais doses da vacina para o público de 3 a 4 anos”. “A aquisição de novas doses leva em conta o ritmo de vacinação deste público e o avanço do número de doses aplicadas, que atualmente encontra-se em cerca de 40%”, disse. Sobre a vacinação para crianças de 3 meses a menores de 4 anos, a pasta explicou que, “tendo em vista a decisão da Anvisa e ouvida a Câmara Técnica de Assessoramento, o ministério, de forma cautelar, autorizou a vacinação contra a Covid-19 em crianças de 6 meses a menores de 4 anos com comorbidade”. “A previsão é de que as doses sejam entregues nos próximos dias, de acordo com o laboratório. Todas as orientações para a vacinação deste público serão formalizadas em nota técnica aos estados.” Fonte: G1 Leia Também ONU: compromissos climáticos estão muito longe de cumprir a meta de 1,5°C Candidatos a governador de Rondônia são proibidos de usar carro de som nas ruas; proibição inclui qualquer veículo de propaganda sonora Coluna Simpi – Nova crise do petróleo e mudanças na Europa, como afetará as Pequenas Empresas? Papa Francisco pede que Nossa Senhora livre o Brasil do ódio e da intolerância SINTERO discute estratégias de luta a favor dos trabalhadores e trabalhadoras em educação em reunião do Sistema Diretivo Twitter Facebook instagram pinterest