Caminhoneiros de diversas partes do país chegam a Brasília em protesto contra os preços do frete, pedágios e óleo diesel(Marcelo Camargo/Agência Brasil) 

© Marcelo Camargo/Agência Brasil Caminhoneiros de diversas partes do país chegam a Brasília em protesto contra os preços do frete, pedágios e óleo diesel(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

 

Rodovias do país continuam parcialmente interditadas por caminhoneiros que em novos protestos cobram do governo a fixação de um valor mínimo para o frete. De acordo com relatório da Polícia Rodoviária Federal (PRF), liberado às 8h desta sexta-feira (24), as manifestações acontecem em cinco Estados e provocam prejuízos no fluxo de trânsito em 11 rodovias.

 

Em Mato Grosso, são sete interdições que acontecem em Lucas do Rio Verde; Rondonópolis, com duas interdições; Diamantino; Nova Mutum; Sorriso e Guarantã do Norte. Nos demais estados as rodovias são interditadas em apenas um ponto. No Ceará a manifestação se concentra próxima a Tabuleiro do Norte, na BR 116. Em Mato Grosso do Sul o protesto é feito próximo à capital, Campo Grande. Também ocorrem interdições em Barracão, no Paraná, e em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul.

 

Na quarta-feira (22), representantes da categoria apresentaram ao governo federal a proposta de fazer uma tabela nacional com preços dos fretes, mas o Executivo considerou impraticável. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, disse que o governo apresentou uma proposta de tabela referencial de custos que não foi aceita pelos caminhoneiros.

 

Para tentar solucionar o impasse, a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) informou que será publicada nesta sexta-feira uma resolução que institui o procedimento para a elaboração da tabela referencial dos custos de frete.

 

 

Editor Marcos Chagas

 

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